Ivete Sangalo, um bom exemplo corporativo
Ivete Sangalo, um bom exemplo corporativo
Atualizado em 13/08/2010 às 18:08, por
Lucia Faria.
Respondi pesquisa imensa de uma editora de revistas com foco no público feminino. Uma das perguntas era sobre o perfil da mulher que eu me espelhava. Havia vários nomes, mas com nenhum deles eu realmente me identificava. O que mais se aproximava, do ponto de vista profissional, era com a jornalista Marília Gabriela. Muito longe de ser unanimidade, enxergo nela a entrevistadora que eu gostaria de ser. Ainda mais agora que ela tem presença garantida em três canais de TV simultaneamente. Como disse a Astrid Fontenelle um dia, quando eu crescer quero ser como Marília Gabriela.
Depois de responder à enquete, fiquei com essa questão na cabeça. Quem seria a figura pública, hoje, com a qual eu realmente me identifico? Difícil, há tantas mulheres interessantes em vários campos. Dessa falta do que pensar surgiu uma que chama atenção e para quem eu dei de ombros muito tempo: Ivete Sangalo. Vou tentar explicar melhor para que ninguém saia com má impressão a meu respeito. Afinal, sei que ainda tem gente que me acha sensata, embora eu mesma não me leve a sério em boa parte do tempo.
Ivete deu uma nova roupagem àquele axé infernal que tocava nas emissoras de rádio e TV até então. Chegou num mercado altamente competitivo, com a líder ganhando disparado (Daniela Mercury) e conquistou seu espaço com muita simpatia. Trabalha sua imagem de maneira primorosa, sempre com sorriso e senso de humor. O produto final, se não é excelente, pelo menos é superior ao que até então a Bahia nos mostrava com seu axé music.
Depois de assegurar seu lugar no segmento, enfrentou a chegada de um produto bastante similar. O que no começo parecia um genérico loiro, Claudia Leitte se firmou e dividiu a atenção da mídia e do público. Ivete teve de rebolar mais ainda para manter sua participação de mercado. Competem em alegria, saias curtas, voz grave, camarotes no Carnaval e gênero musical.
Esperta, Ivete sabe que a energia do corpo humano é uma fonte esgotável. Com exceção de Mick Jagger, ninguém consegue pular tanto no palco até os 70 anos. Por isso, montou uma empresa de produção de eventos e agenciamento de artistas, investindo agora na vinda de shows internacionais ao País. Beyoncé foi uma delas e outros nomes já estão em negociação.
Em resumo, é assim que gostaria de ser: uma mulher segura quando os holofotes acendem, com senso de humor e simpatia, que desbanca os competidores mais antigos do mercado e enfrenta bem os novos que surgem, e com visão de longo prazo para sua carreira. Ah, faltou uma coisa: rica.
Depois de responder à enquete, fiquei com essa questão na cabeça. Quem seria a figura pública, hoje, com a qual eu realmente me identifico? Difícil, há tantas mulheres interessantes em vários campos. Dessa falta do que pensar surgiu uma que chama atenção e para quem eu dei de ombros muito tempo: Ivete Sangalo. Vou tentar explicar melhor para que ninguém saia com má impressão a meu respeito. Afinal, sei que ainda tem gente que me acha sensata, embora eu mesma não me leve a sério em boa parte do tempo.
Ivete deu uma nova roupagem àquele axé infernal que tocava nas emissoras de rádio e TV até então. Chegou num mercado altamente competitivo, com a líder ganhando disparado (Daniela Mercury) e conquistou seu espaço com muita simpatia. Trabalha sua imagem de maneira primorosa, sempre com sorriso e senso de humor. O produto final, se não é excelente, pelo menos é superior ao que até então a Bahia nos mostrava com seu axé music.
Depois de assegurar seu lugar no segmento, enfrentou a chegada de um produto bastante similar. O que no começo parecia um genérico loiro, Claudia Leitte se firmou e dividiu a atenção da mídia e do público. Ivete teve de rebolar mais ainda para manter sua participação de mercado. Competem em alegria, saias curtas, voz grave, camarotes no Carnaval e gênero musical.
Esperta, Ivete sabe que a energia do corpo humano é uma fonte esgotável. Com exceção de Mick Jagger, ninguém consegue pular tanto no palco até os 70 anos. Por isso, montou uma empresa de produção de eventos e agenciamento de artistas, investindo agora na vinda de shows internacionais ao País. Beyoncé foi uma delas e outros nomes já estão em negociação.
Em resumo, é assim que gostaria de ser: uma mulher segura quando os holofotes acendem, com senso de humor e simpatia, que desbanca os competidores mais antigos do mercado e enfrenta bem os novos que surgem, e com visão de longo prazo para sua carreira. Ah, faltou uma coisa: rica.






