Israel proibiu mídia local de informar que jornalista decapitado era cidadão do país
Sotloff, que era judeu, imigrou em 2005 para Israel
Atualizado em 05/09/2014 às 10:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quinta-feira (4/9), Israel informou que proibiu a mídia local de relatar que o jornalista americano Steven Sotloff, decapitado por integrantes do Estado Islâmico (EI), era cidadão israelense para tentar reduzir risco à sua vida depois que ele foi sequestrado pelo grupo na Síria.
Crédito:Reprodução Imprensa foi "censurada" de divulgação que o jornalista era cidadão israelense
De acordo com a Reuters, o ministro das Relações Exteriores do país, Avigdor Lieberman, disse que o governo tomou conhecimento de ele era israelense “nos estágios iniciais” de seu sequestro. .
“Os censores emitiram uma ordem de silêncio proibindo a divulgação de que ele era um cidadão israelense. Também estamos em contato próximo com os EUA a respeito tanto do Estado Islâmico quanto do jornalista Sotloff”, declarou.
Os censores militares de Israel têm o poder de bloquear preventivamente matérias consideradas danosas à segurança nacional. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu citou Sotloff como um exemplo dos valores ocidentais liberais compartilhados pelo Estado judeu.
"Steven foi morto porque representava, para estes terroristas assassinos, um símbolo do Ocidente – a mesma cultura que o Islã radical quer erradicar", explicou. “Acho que isto é o início de uma certa percepção, muitos no mundo estão entendendo melhor que no passado que as ameaças a Israel são as mesmas ameaças a eles”, acrescentou.
O Caso
Na última terça-feira (2/9), um novo vídeo divulgado pela organização extremista Estado Islâmico mostra a execução de Sotloff. Nas imagens, ele aparece de joelhos, vestindo um capuz ao seu lado, em pose semelhante à da execução de James Foley.
Sotloff era um jornalista freelancer de diversas publicações, como a revista Time e os sites Foreign Policy, Christian Science Monitor e World Affairs Journal. Ele já trabalhou em outras zonas de risco como Egito e Líbia.
Crédito:Reprodução Imprensa foi "censurada" de divulgação que o jornalista era cidadão israelense
De acordo com a Reuters, o ministro das Relações Exteriores do país, Avigdor Lieberman, disse que o governo tomou conhecimento de ele era israelense “nos estágios iniciais” de seu sequestro. .
“Os censores emitiram uma ordem de silêncio proibindo a divulgação de que ele era um cidadão israelense. Também estamos em contato próximo com os EUA a respeito tanto do Estado Islâmico quanto do jornalista Sotloff”, declarou.
Os censores militares de Israel têm o poder de bloquear preventivamente matérias consideradas danosas à segurança nacional. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu citou Sotloff como um exemplo dos valores ocidentais liberais compartilhados pelo Estado judeu.
"Steven foi morto porque representava, para estes terroristas assassinos, um símbolo do Ocidente – a mesma cultura que o Islã radical quer erradicar", explicou. “Acho que isto é o início de uma certa percepção, muitos no mundo estão entendendo melhor que no passado que as ameaças a Israel são as mesmas ameaças a eles”, acrescentou.
O Caso
Na última terça-feira (2/9), um novo vídeo divulgado pela organização extremista Estado Islâmico mostra a execução de Sotloff. Nas imagens, ele aparece de joelhos, vestindo um capuz ao seu lado, em pose semelhante à da execução de James Foley.
Sotloff era um jornalista freelancer de diversas publicações, como a revista Time e os sites Foreign Policy, Christian Science Monitor e World Affairs Journal. Ele já trabalhou em outras zonas de risco como Egito e Líbia.





