Iraque é o conflito que mais matou jornalistas desde a 2ª Guerra Mundial, diz RSF

Iraque é o conflito que mais matou jornalistas desde a 2ª Guerra Mundial, diz RSF

Atualizado em 08/09/2010 às 09:09, por Redação Portal IMPRENSA.

Divulgação
Barack Obama

Um da organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF) afirmou que a Guerra no Iraque é o conflito mais mortífero para os jornalistas desde a II Guerra Mundial. De acordo com a RSF, os combates em solo iraquiano já mataram 172 jornalistas.

O relatório foi divulgado na última terça-feira (07), mesmo dia em que o jornalista Riyad Assariyeh, da emissora de TV iraquiana Al Iraqiya, foi morto quando saía de sua casa em Bagdá, vítima de uma bala perdida.

O documento da RSF também informou que 230 pessoas vinculadas a empresas de comunicação, como jornalistas, colaboradores e outros profissionais, foram assassinadas no país durante o período entre março de 2003 e agosto de 2010.

Além disso, 87% dos profissionais de imprensa mortos no país são iraquianos, e Bagdá foi a cidade que registrou o maior número de homicídios (77).

Os conflitos em solo iraquiano começaram em março de 2003, quando o então líder norte-americano George W. Bush invadiu o país sob o pretexto de que armas de destruição em massa estariam sendo produzidas no local. Na última semana, o atual presidente Barack Obama anunciou oficialmente a retirada das tropas norte-americanas do Iraque, simbolizando o fim da guerra.

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