Irã promete libertar correspondente do "Washington Post" se tribunal absolvê-lo
O vice-secretário-geral do Alto Conselho para os Direitos Humanos do Irã, Abadi Kazem Gharib, assegurou que libertará o jornalista americanose o tribunal do país decidir absolvê-lo no próximo julgamento.
Atualizado em 03/06/2015 às 12:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Ele é acusado oficialmente de espionagem, compilação de informações e divulgação de propaganda contra o país.
Crédito:Reprodução Jason Rezaian aguarda segunda fase do julgamento no Irã
"Rezaian será julgado em um tribunal justo. Tem advogado e tudo o que precisa [para se defender] e se o tribunal considerar que ele é culpado, deverá responder pelo crime. Se não, será liberado", declarou Gharib em entrevista à agência RIA Novosti.
O vice-secretário disse que a profissão de Rezaian não influência no processo e que ele deve ser julgado "como uma pessoa que infringiu a lei". "O problema é que muitos países, quando julgam alguém como ele, não o fazem em função de sua atividade profissional. Neste caso, estão fazendo propaganda e enfatizando que o Irã o julga por ser um jornalista", acrescentou.
O correspondente do Washington Post foi preso em julho do ano passado junto com sua esposa, Yeganeh Salehi, do jornal National , dos Emirados Árabes Unidos. Além deles, uma fotógrafa freelancer e seu marido também foram detidos. Todos eles, exceto Salehí, têm dupla nacionalidade iraniano-americana.
Crédito:Reprodução Jason Rezaian aguarda segunda fase do julgamento no Irã
"Rezaian será julgado em um tribunal justo. Tem advogado e tudo o que precisa [para se defender] e se o tribunal considerar que ele é culpado, deverá responder pelo crime. Se não, será liberado", declarou Gharib em entrevista à agência RIA Novosti.
O vice-secretário disse que a profissão de Rezaian não influência no processo e que ele deve ser julgado "como uma pessoa que infringiu a lei". "O problema é que muitos países, quando julgam alguém como ele, não o fazem em função de sua atividade profissional. Neste caso, estão fazendo propaganda e enfatizando que o Irã o julga por ser um jornalista", acrescentou.
O correspondente do Washington Post foi preso em julho do ano passado junto com sua esposa, Yeganeh Salehi, do jornal National , dos Emirados Árabes Unidos. Além deles, uma fotógrafa freelancer e seu marido também foram detidos. Todos eles, exceto Salehí, têm dupla nacionalidade iraniano-americana.





