Irã bloqueia sites da "embaixada virtual" norte-americana no país
Os endereços da "embaixada virtual" norte-americana foram bloqueados pelo governo iraniano, algumas horas após serem lançados na internet, informa a Folha de S.
Atualizado em 08/12/2011 às 12:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
norte-americana foram bloqueados pelo governo iraniano, algumas horas após serem lançados na internet, informa a Folha de S.Paulo. Segundo os EUA, o objetivo do site é "ampliar o diálogo entre o Governo dos EUA e a população iraniana".
Os países não mantêm relações diplomáticas desde 1980. O governo estadunidense lançou três endereços - o , o e o (fora do ar) - para que a população iraniana se informasse sobre vistos para estudar e visitar os EUA, dados históricos comuns entre os países e mensagens da secretária de Estado, Hillary Clinton.
Além disso, o site disponibiliza relatórios internacionais sobre Direitos Humanos no Irã e propaganda sobre os benefícios da imprensa livre e da democracia, que, segundo a Folha , fazem parte de uma "batalha ideológica".
Os sites ficaram no ar por algumas horas e depois foram bloqueados pelos censores. Segundo a Folha , a "brecha" ocorreu, pois no dia do lançamento comemorava-se um feriado.
Internautas que tentavam acessar os sites eram direcionados para uma página, informando que o navegador não permitia a abertura ou eram redirecionados a um portal que sugeria sites iranianos. Aqueles que possuíam softwares para burlar o sistema de censura puderam acessar os endereços.
Os EUA estimam que 30% da população de 78 milhões do Irã acessem a internet, 40% com mecanismos para burlar a censura.
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Os países não mantêm relações diplomáticas desde 1980. O governo estadunidense lançou três endereços - o , o e o (fora do ar) - para que a população iraniana se informasse sobre vistos para estudar e visitar os EUA, dados históricos comuns entre os países e mensagens da secretária de Estado, Hillary Clinton.
Além disso, o site disponibiliza relatórios internacionais sobre Direitos Humanos no Irã e propaganda sobre os benefícios da imprensa livre e da democracia, que, segundo a Folha , fazem parte de uma "batalha ideológica".
Os sites ficaram no ar por algumas horas e depois foram bloqueados pelos censores. Segundo a Folha , a "brecha" ocorreu, pois no dia do lançamento comemorava-se um feriado.
Internautas que tentavam acessar os sites eram direcionados para uma página, informando que o navegador não permitia a abertura ou eram redirecionados a um portal que sugeria sites iranianos. Aqueles que possuíam softwares para burlar o sistema de censura puderam acessar os endereços.
Os EUA estimam que 30% da população de 78 milhões do Irã acessem a internet, 40% com mecanismos para burlar a censura.
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