Investigações apontam que fotógrafo foi vítima de latrocínio em Itanhaém (SP)
O delegado Douglas Borguez, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém, disse estar convencido de que o ex-repórter-fotográfico do jornal A Tribuna , Paulo Freitas, de 57 anos, foi assassinado e que o crime ocorreu por motivação patrimonial.
Crédito:Reprodução Para a polícia, fotógrafo foi vítima de um latrocínio
Segundo A Tribuna , a polícia chegou à identidade do suspeito depois que uma testemunha, da qual a DIG mantém em sigilo, telefonou para o celular do suspeito. A ligação foi feita na unidade especializada. Ao perguntar ao acusado sobre o paradeiro do fotógrafo ele confessou: “dei um fim nele”.
Apoiado em provas produzidas no inquérito, o delegado pediu no final da tarde da última quarta-feira (2/10) a prisão temporária do suspeito. Era com ele que Paulo Freitas estava na noite de sábado, última vez que foi visto. O pedido deve ser avaliado nesta quinta (3/10).
'O irmão de pretensos amigos é que provavelmente teria cometido o crime. As investigações já estão avançadas e são nesse sentido, um crime bárbaro, grave”, afirmou o delegado.
Uma calça jeans que pertencia ao profissional foi encontrada na casa da irmã do suspeito e o carro foi localizado trancado, com um dos vidros abertos no Centro de Mongaguá (SP), após uma denúncia. De acordo com a polícia, o som e o estepe foram roubados e roupas foram encontradas no porta-malas.
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