Inventor dinamarquês admite ter matado jornalista
O inventor dinamarquês Peter Madsen admitiu ter esquartejado a jornalista sueca Kim Wall, desaparecida em meados de agosto, informou nesta segunda-feira (30) a polícia em Copenhague.
Atualizado em 31/10/2017 às 08:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Segundo informações da agência EFE, Madsen afirmou que a morte foi provocada por intoxicação de monóxido de carbono. Crédito:Reprodução Kim foi vista pela última vez a bordo de submarino de Madsen em 10 de agosto. Ela fazia uma matéria sobre a fabricação caseira da embarcação. No início de outubro a polícia dinamarquesa localizou na baía de Køge (sul de Copenhague) a cabeça e as pernas da jornalista.
Na época, o promotor responsável pelo caso revelou que o torso da jornalista, encontrado duas semanas após seu desaparecimento, apresentava 14 punhaladas no abdômen. Ele explicou ainda, que no computador do inventor foram encontrados vídeos de mulheres executadas e torturadas aparentemente reais.
Numa primeira versão, Madsen afirmou que a jornalista morreu acidentalmente porque uma escotilha teria caído sobre ela. Após navegar algumas horas, disse que decidiu jogar o corpo no mar. Madsen está em prisão preventiva sob as acusações de homicídio e vilipêndio a cadáver.
Saiba mais:
Na época, o promotor responsável pelo caso revelou que o torso da jornalista, encontrado duas semanas após seu desaparecimento, apresentava 14 punhaladas no abdômen. Ele explicou ainda, que no computador do inventor foram encontrados vídeos de mulheres executadas e torturadas aparentemente reais.
Numa primeira versão, Madsen afirmou que a jornalista morreu acidentalmente porque uma escotilha teria caído sobre ela. Após navegar algumas horas, disse que decidiu jogar o corpo no mar. Madsen está em prisão preventiva sob as acusações de homicídio e vilipêndio a cadáver.
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