Internet supera mídia impressa como fonte de informação durante eleições, diz TSE

Internet supera mídia impressa como fonte de informação durante eleições, diz TSE

Atualizado em 01/12/2010 às 11:12, por Redação Portal IMPRENSA.

Na última segunda-feira (29), uma pesquisa divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelou que a Internet superou os jornais e as emissoras de rádio durante a cobertura do primeiro turno das eleições de outubro. A mídia digital foi citado por 9,9% dos entrevistados pelo Instituto Sensus como o meio mais procurado para obter informações sobre o pleito, ficando atrás somente da TV (56,6%) e de conversas com amigos e parentes (18,4%).

Segundo informou o portal IDGNow, o jornal impresso foi procurado por 6,4% dos entrevistados na pesquisa. Já o rádio foi apontado por 4,2% dos incluídos no levantamento, e as revistas por 0,7%. A pesquisa encomendada pelo TSE ao Sensus foi realizada entre os dias 3 e 7 de novembro, e entrevistou duas mil pessoas em 136 municípios de 24 Estados do país.

Durante o segundo turno, a Internet passa a ocupar o sétimo lugar entre as mídias mais procuradas para informações sobre o pleito, com 1,7% - mesmo número atingido pelas revistas e jornais. Em primeiro lugar, destacam-se os debates entre os candidatos (18,8%); em segundo, os programas exibidos no horário eleitoral gratuito na TV (15,5%); e conversas com amigos e parentes vem em seguida (6,2%).

Outros dados incluídos no levantamento do TSE dizem respeito à utilização das urnas eletrônicas, em que 85% dos entrevistados afirmaram não ter encontrado dificuldades. O índice de aprovação do sistema chegou a 94,4%. Mesmo assim, 42,6% das pessoas ouvidas pelo Sensus disseram que não se sentiram motivadas a votar, e 4,1% optaram por justificar ausência.

Ao anunciar Dilma Rousseff como vencedora da corrida presidencial, no dia 31 de outubro, o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do TSE, fez elogios ao trabalho da imprensa durante os meses de campanha. "Quero agradecer especialmente a colaboração da imprensa e dos jornalistas e quero reafirmar a minha convicção de que sem uma imprensa livre não há democracia", disse o ministro.

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