Instituto Vladimir Herzog lança projeto que destaca papel da imprensa na resistência à ditadura
O Instituto Vladimir Herzog lançou o projeto Resistir é Preciso – Acervo da Imprensa de Resistência. A iniciativa reúne documentos da ditadura civil-militar brasileira (1964-85), destacando ações de resistência da imprensa do período.
Atualizado em 21/12/2022 às 18:12, por
Redação PORTAL IMPRENSA.
Realizado em parceria com o Centro de Documentação e Memória da UNESP (CEDEM) e com o Núcleo de Cultura Digital do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (NCD-Cebrap), o projeto visa fortalecer a cultura de respeito à diversidade e aos direitos humanos, focando na defesa da liberdade de imprensa, do direito à liberdade de expressão e da democracia. Crédito: Reprodução Resistir é Preciso O material é proveniente do CEDEM, que administra um dos maiores acervos sobre a história da resistência à ditadura no país. Ao todo são mais de 10 mil páginas de periódicos, a maioria não disponível na internet. Além de ações contra a ditatudra, o material contempla temas na ordem do dia, como fake news, direitos das mulheres, pessoas LGBTQIA+, pretos e indígenas, além de questões ambientais e relativas a populações periféricas.
Além de vasto acervo de artigos e reportagens publicados na imprensa da época, o projeto conta com 42 entrevistas de pessoas que atuaram na produção jornalística de resistência durante o período ditatorial brasileiro.
Além disso, o projeto conta com reproduções de cartazes de artistas gráficos que colaboraram com a imprensa de resistência.
Visite o site do projeto Resistir é Preciso neste .





