Instituto Lula responde "O Globo" e diz para jornal investigar mansão da família Marinho
O Instituto Lula divulgou, na tarde da última terça-feira (1/3), uma troca de e-mails com um repórter do jornal O Globo, que produzia uma ma
Atualizado em 02/03/2016 às 09:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Instituto Lula divulgou na tarde da última terça-feira (1/3) uma troca de com um repórter do jornal O Globo , que produzia uma matéria repercutindo a reportagem da revista Veja sobre pedalinhos que estariam nos nomes dos netos do ex-presidente , em um sítio em Atibaia (SP).
Crédito: Heinrich Aikawa/Instituto Lula Entidade questiona jornal sobre investigação sobre mansão em Paraty
No e-mail, o jornalista questiona se o Instituto divulgará nota sobre o assunto. A entidade diz que não, pois como já explicou "várias vezes", o ex-presidente e a esposa, Marisa, de fato frequentam o sítio, que pertence, porém, a amigos.
Em seguida, o Instituto ironiza a publicação, que pertence à família Marinho, suposta dona de uma mansão ilegal em Paraty (RJ). “Aguardamos que a brava reportagem de O Globo , que persegue pedalinhos de crianças, investigue quem seria o real proprietário da mansão construída em área de proteção ambiental na praia Santa Rita, em Paraty. Haverá alguma nota ou reportagem do Globo sobre essa polêmica propriedade?”
Mais tarde, a assessoria do Instituto publicou uma nova troca de com o jornal. Desta vez, uma repórter questiona sobre a compra dos pedalinhos, que teria sido feita pelo subtenente Edson Antonio Moura Pinto, que é funcionário da presidência, e pergunta se cabe ao funcionário tal atividade.
"Sim, ele pode fazer esse tipo de tarefa, porque a lei estabelece que o papel dos funcionários é de segurança e apoio pessoal, e mais ainda porque FHC criou dois cargos de absoluto livre provimento para ex-presidentes 11 dias antes de deixar o cargo", esclareceu a assessoria.
O Instituto Lula ironiza mais uma vez a insistência sobre o assunto. "Para, no que espero encerrar esse capítulo da história do jornalismo investigativo brasileiro, digno de um filme que mereceria o Oscar ("Os pedalinhos"), os pedalinhos foram adquiridas por Dona Marisa, que também adquiriu uma canoa de alumínio."
Antes de finalizar a mensagem, lembra que o jornal não respondeu sobre a suposta mansão ilegal da família Marinho. "Aproveito para registrar que o Globo não registrou a minha pergunta sobre a propriedade de Paraty no outro lado da minha resposta anterior", completa.
Crédito: Heinrich Aikawa/Instituto Lula Entidade questiona jornal sobre investigação sobre mansão em Paraty
No e-mail, o jornalista questiona se o Instituto divulgará nota sobre o assunto. A entidade diz que não, pois como já explicou "várias vezes", o ex-presidente e a esposa, Marisa, de fato frequentam o sítio, que pertence, porém, a amigos.
Em seguida, o Instituto ironiza a publicação, que pertence à família Marinho, suposta dona de uma mansão ilegal em Paraty (RJ). “Aguardamos que a brava reportagem de O Globo , que persegue pedalinhos de crianças, investigue quem seria o real proprietário da mansão construída em área de proteção ambiental na praia Santa Rita, em Paraty. Haverá alguma nota ou reportagem do Globo sobre essa polêmica propriedade?”
Mais tarde, a assessoria do Instituto publicou uma nova troca de com o jornal. Desta vez, uma repórter questiona sobre a compra dos pedalinhos, que teria sido feita pelo subtenente Edson Antonio Moura Pinto, que é funcionário da presidência, e pergunta se cabe ao funcionário tal atividade.
"Sim, ele pode fazer esse tipo de tarefa, porque a lei estabelece que o papel dos funcionários é de segurança e apoio pessoal, e mais ainda porque FHC criou dois cargos de absoluto livre provimento para ex-presidentes 11 dias antes de deixar o cargo", esclareceu a assessoria.
O Instituto Lula ironiza mais uma vez a insistência sobre o assunto. "Para, no que espero encerrar esse capítulo da história do jornalismo investigativo brasileiro, digno de um filme que mereceria o Oscar ("Os pedalinhos"), os pedalinhos foram adquiridas por Dona Marisa, que também adquiriu uma canoa de alumínio."
Antes de finalizar a mensagem, lembra que o jornal não respondeu sobre a suposta mansão ilegal da família Marinho. "Aproveito para registrar que o Globo não registrou a minha pergunta sobre a propriedade de Paraty no outro lado da minha resposta anterior", completa.





