Instituto Lula rebate matéria do “Estadão” sobre negócios irregulares do ex-presidente

Em nota, o Instituto Lula rebateu uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, publicada no último sábado (25/6), que informa que em uma análise de e-mails do pecuarista José Carlos Bumlai, a Lava Jato encontrou indícios de que um grupo de "amigos" do ex-presidente atuavam como intermediários de negócios no governo federal.

Atualizado em 27/06/2016 às 11:06, por Redação Portal IMPRENSA.

rebateu uma do jornal O Estado de S. Paulo , publicada no último sábado (25/6), que informa que em uma análise de e-mails do pecuarista José Carlos Bumlai, a Lava Jato encontrou indícios de que um grupo de "amigos" do ex-presidente atuavam como intermediários de negócios no governo federal.
Crédito:Ricardo Stuckert/Instituto Lula Ex-presidente acusa imprensa de ilações contra ele
De acordo com o texto do Estadão , um relatório da Polícia Federal, anexado em inquérito da Operação, mostram conversas de Bumlai com um lobista, com empresários e supostos amigos do ex-presidente que tratam de ministros e de assunto no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de negócios em Gana, no Catar.
O Instituto Lula, que negou qualquer irregularidade, teve a resposta publicada pelo jornal na matéria. "A família Lula da Silva já teve seus sigilos fiscais, telefônicos, bancários quebrados sem ser encontrado nenhum crime. Seus membros foram vítimas de arbitrariedades já denunciadas em representação por abuso de autoridade ao Procurador Geral da República", alegou.
Segundo a entidade, o vazamento do relatório representa mais uma "invasão de privacidade que não encontra nenhuma ilegalidade, mas que serve de matéria-prima para ilações de parte da imprensa brasileira para fins políticos". Destaca também que Lula levou 84 missões empresariais a países de todos os continentes, todas de conhecimento público.
Sobre os negócios em Gana, o Instituto explicou que o petista esteve no país em 2009 e que ele se encontrou com John Kufour em duas oportunidades. Em outubro de 2011, e em março de 2013. Também ressalta que a revista Época fez as mesmas acusações em 2014, quando a informação era de que não houve nenhum negócio no país.