Instituto Lula nega que ex-presidente tenha culpado Portugal por má educação no Brasil
Em nota publicada na última quarta-feira (16/12), o Instituto Lula justificou a declaração do ex-presidente durante uma conferência em Madri, em 11 de dezembro.
Atualizado em 17/12/2015 às 16:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
quarta-feira (16/12), o Instituto justificou a declaração do ex-presidente durante uma conferência em Madri, em 11 de dezembro. Na ocasião, o líder petista teria relacionado a má qualidade da educação brasileira ao fato do país ter sido colonizado por Portugal.
Crédito:Ricardo Stuckert/Instituto Lula Lula diz que foi mal interpretado pela imprensa
Segundo o Portalvox, no encontro Lula fez comparativo entre a educação brasileira com as de países como República Dominicana e Peru. "Eu sei que isto não agrada aos portugueses, mas Cristóvão Colombo chegou a Santo Domingo (atual República Dominicana) em 1492, e em 1507 já tinha sido criada uma universidade lá. No Peru em 1550, na Bolívia em 1624. No Brasil, a primeira universidade surgiu apenas em 1922".
Em nota, o instituto apontou um "erro de interpretação" por parte da imprensa portuguesa, visto que, segundo a entidade, a intenção do ex-presidente não foi a de culpar o país europeu pelos atrasos da educação brasileira.
Crédito:Ricardo Stuckert/Instituto Lula Lula diz que foi mal interpretado pela imprensa
Segundo o Portalvox, no encontro Lula fez comparativo entre a educação brasileira com as de países como República Dominicana e Peru. "Eu sei que isto não agrada aos portugueses, mas Cristóvão Colombo chegou a Santo Domingo (atual República Dominicana) em 1492, e em 1507 já tinha sido criada uma universidade lá. No Peru em 1550, na Bolívia em 1624. No Brasil, a primeira universidade surgiu apenas em 1922".
Em nota, o instituto apontou um "erro de interpretação" por parte da imprensa portuguesa, visto que, segundo a entidade, a intenção do ex-presidente não foi a de culpar o país europeu pelos atrasos da educação brasileira.
"Lula não quis colocar a culpa do atraso da educação brasileira sobre o povo português, mas sim sobre as elites políticas que nos governaram desde a época colonial até tempos recentes", diz trecho do comunicado.





