Instituto Lula diz que "JN" edita e manipula grampos telefônicos do ex-presidente
Em texto publicado na última terça-feira (22/3), o Instituto Lula criticou as últimas edições do "Jornal Nacional" que, segundo a
Atualizado em 23/03/2016 às 10:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Atualizada às 14h25
Em publicado na última terça-feira (22/3), o Instituto Lula criticou as últimas edições do "Jornal Nacional" que, segundo a entidade, insistem em reproduzir trechos editados de grampos telefônicos envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Crédito:Juca Varella/Agência Brasil Instituto afirma que telejornal edita áudios de grampos do presidente
"Ao perceber que esses áudios são mais uma prova de que o ex-presidente jamais praticou nenhum ato ilegal, a emissora não se contentou em fazer apenas jornalismo isento. Vendo fracassada a tentativa de incriminar o ex-presidente, restou à emissora atacar a imagem de Lula, suprimindo o outro lado, fazendo interpretações ilógicas e sensacionalistas das conversas e, pior, editando os áudios para eliminar trechos fundamentais das falas de Lula", questionou.
O "JN" teria editado uma fala de Lula em uma das conversas telefônicas com o cientista político Alberto Carlos Almeida, na qual ele diz que a Polícia Federal não achará comprovações de que o triplex de Guarujá (SP) seria dele.
O Instituto, que divulgou o áudio dos diálogos, destaca ainda que a prática já é feita frequentemente pelo telejornal. "Revivendo uma prática histórica da emissora, o 'Jornal Nacional' tem se esforçado muito para esconder diversos trechos dos grampos telefônicos".
À IMPRENSA, a Globo comentou o caso e afirmou: "Os trechos levados ao ar pelo JN não diferem dos publicados por toda a imprensa".
Em publicado na última terça-feira (22/3), o Instituto Lula criticou as últimas edições do "Jornal Nacional" que, segundo a entidade, insistem em reproduzir trechos editados de grampos telefônicos envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Crédito:Juca Varella/Agência Brasil Instituto afirma que telejornal edita áudios de grampos do presidente
"Ao perceber que esses áudios são mais uma prova de que o ex-presidente jamais praticou nenhum ato ilegal, a emissora não se contentou em fazer apenas jornalismo isento. Vendo fracassada a tentativa de incriminar o ex-presidente, restou à emissora atacar a imagem de Lula, suprimindo o outro lado, fazendo interpretações ilógicas e sensacionalistas das conversas e, pior, editando os áudios para eliminar trechos fundamentais das falas de Lula", questionou.
O "JN" teria editado uma fala de Lula em uma das conversas telefônicas com o cientista político Alberto Carlos Almeida, na qual ele diz que a Polícia Federal não achará comprovações de que o triplex de Guarujá (SP) seria dele.
O Instituto, que divulgou o áudio dos diálogos, destaca ainda que a prática já é feita frequentemente pelo telejornal. "Revivendo uma prática histórica da emissora, o 'Jornal Nacional' tem se esforçado muito para esconder diversos trechos dos grampos telefônicos".
À IMPRENSA, a Globo comentou o caso e afirmou: "Os trechos levados ao ar pelo JN não diferem dos publicados por toda a imprensa".





