Instituto Lula critica campanha judicial e midiática para intimidar ex-presidente
Ao noticiar o pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão de Gilmar Mendes, que impede a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro, o Instituto Lula criticou a campanha judicial e midiática para intimidar o petista.
Atualizado em 21/03/2016 às 11:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão de Gilmar Mendes, que impede a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro, o Instituto Lula criticou a campanha judicial e midiática para intimidar o petista.
Crédito:Ricardo Stuckert/Instituto Lula Para instituto, existe uma campanha midiática para prejudicar ex-presidente
Na última sexta-feira (18/3), Mendes decidiu suspender a nomeação de Lula ao cargo de ministro do governo por suspeitar que a posse se trataria de uma manobra para dar ao político foro privilegiado.
O Instituto Lula reagiu à decisão, dizendo que Lula foi vítima de "uma série de arbitrariedades praticadas pela 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba". Também afirmou que o ex-presidente tem sido exposto a um "massacre midiático".
"Tudo o que Lula quer é contribuir, de todas as formas, com o governo da presidenta Dilma Rousseff, para que o Brasil volte a crescer e gerar empregos, num ambiente de paz, estabilidade e confiança no futuro", destacou o comunicado.
Crédito:Ricardo Stuckert/Instituto Lula Para instituto, existe uma campanha midiática para prejudicar ex-presidente
Na última sexta-feira (18/3), Mendes decidiu suspender a nomeação de Lula ao cargo de ministro do governo por suspeitar que a posse se trataria de uma manobra para dar ao político foro privilegiado.
O Instituto Lula reagiu à decisão, dizendo que Lula foi vítima de "uma série de arbitrariedades praticadas pela 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba". Também afirmou que o ex-presidente tem sido exposto a um "massacre midiático".
"Tudo o que Lula quer é contribuir, de todas as formas, com o governo da presidenta Dilma Rousseff, para que o Brasil volte a crescer e gerar empregos, num ambiente de paz, estabilidade e confiança no futuro", destacou o comunicado.





