Indicado por jornalistas, clássico "Cidadão Kane" está em cartaz no cinema em SP
Considerado um clássico do cinema e sempre recomendado entre jornalistas, o filme "Cidadão Kane" (1941) pode ser visto no cinema em São Paulo em três dias.
Atualizado em 11/07/2015 às 12:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
e sempre recomendado entre jornalistas, o filme "Cidadão Kane" (1941) pode ser visto no cinema em São Paulo em três dias. Neste sábado (11/7), no domingo (12/7) e na quarta (15/7), da rede Cinemark exibem a obra. Crédito:Reprodução/Cinemark Filme de 1941 pode ser visto no cinema em São Paulo Na trama, o jornalista Jerry Thompso (William Alland) quer descobrir o significado da última palavra dita pelo empresário Charles Foster Kane (Orson Welles), personagem inspirado no magnata da imprensa William Randolph Hearst.
Pouco antes de morrer, Kane diz "Rosebud" e leva o jornalista a investigar sua vida desde a infância humilde até chegar ao controle de uma série de publicações nos Estados Unidos. O repórter entrevista diversas pessoas relacionadas ao empresário.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo , Hearst "perseguiu o filme como pôde", proibindo menção a ele em seus jornais. A obra foi criticada e virou fracasso de bilheteria na época. Somente anos depois a película seria considerada um marco no cinema.
"É um filme biográfico, um grande mistério e uma crítica à obsessão pelo poder, tudo embalado em uma narrativa genial que abriu novos horizontes para o cinema. Não perca de jeito nenhum", diz a publicação.
Pouco antes de morrer, Kane diz "Rosebud" e leva o jornalista a investigar sua vida desde a infância humilde até chegar ao controle de uma série de publicações nos Estados Unidos. O repórter entrevista diversas pessoas relacionadas ao empresário.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo , Hearst "perseguiu o filme como pôde", proibindo menção a ele em seus jornais. A obra foi criticada e virou fracasso de bilheteria na época. Somente anos depois a película seria considerada um marco no cinema.
"É um filme biográfico, um grande mistério e uma crítica à obsessão pelo poder, tudo embalado em uma narrativa genial que abriu novos horizontes para o cinema. Não perca de jeito nenhum", diz a publicação.





