Índia pede a empresas de redes sociais para monitorar conteúdo considerado "blasfemo"
O ministro de Informações e Telecomunicações da Índia, Kapil Siba, pediu às empresas de redes sociais, como o Facebook, Google, Yahoo! e Microsoft, que monitorem e bloqueiem o conteúdo considerado "ofensivo" publicado nas plataformas, informa O .
Atualizado em 06/12/2011 às 11:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
Sibal nega que o pedido tenha característica de "censura".
Durante uma coletiva de imprensa, o ministro alegou que o "etos cultural" do país deveria ser respeitado pelas empresas, por causa das "sensibilidades do povo". "Vamos certamente estabelecer diretrizes para assegurar que esse material blasfemo não seja parte do conteúdo de nenhuma plataforma". Em setembro, Sibal contestou material considerado "blasfemo", como imagens e declarações ofensivas a grupos religiosos.
A reunião com as empresas, que aconteceu na última segunda-feira (5), não alcançou um consenso. O Facebook alegou que entendia o pedido da Índia, e que retirava imagens de nudez e conteúdo que incitava o ódio e a violência. O Google e o Yahoo! não se pronunciaram.
De acordo com o jornal Hindustan Times , as empresas informaram ao ministro que seria "impossível" monitorar as redes sociais devido à quantidade de conteúdo produzido na Índia - o país é o 3° maior contingente de internautas, com 100 milhões de usuários.
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Durante uma coletiva de imprensa, o ministro alegou que o "etos cultural" do país deveria ser respeitado pelas empresas, por causa das "sensibilidades do povo". "Vamos certamente estabelecer diretrizes para assegurar que esse material blasfemo não seja parte do conteúdo de nenhuma plataforma". Em setembro, Sibal contestou material considerado "blasfemo", como imagens e declarações ofensivas a grupos religiosos.
A reunião com as empresas, que aconteceu na última segunda-feira (5), não alcançou um consenso. O Facebook alegou que entendia o pedido da Índia, e que retirava imagens de nudez e conteúdo que incitava o ódio e a violência. O Google e o Yahoo! não se pronunciaram.
De acordo com o jornal Hindustan Times , as empresas informaram ao ministro que seria "impossível" monitorar as redes sociais devido à quantidade de conteúdo produzido na Índia - o país é o 3° maior contingente de internautas, com 100 milhões de usuários.
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