In Press Porter Novelli inicia projeto para neutralizar suas emissões de carbono
In Press Porter Novelli inicia projeto para neutralizar suas emissões de carbono
Uma parceria com a Ambio Soluções Ambientais - empresa que atua em todo o ciclo do projeto de crédito de carbono - neutralizará as emissões da agência de comunicação In Press Porter Novelli. A iniciativa, pioneira entre as grandes agências do país, tem como objetivo tornar a In Press "carbon free", ou "livre de carbono".
| Divulgação | |
| Ana Julião |
A concretização ocorreu após uma reunião com a Ambio, que "mostrou como seria viável e que passos deveríamos tomar para neutralizar nossas emissões", afirmou Ana. Nesse momento está sendo realizado um inventário nos três escritórios da In Press PN - Rio, São Paulo e Brasília.
O resultado será um levantamento detalhado de toda a emissão de carbono da agência. O cálculo inclui todas as atividades que contribuem para a liberação de carbono, como as viagens áreas, os deslocamentos de táxi e a produção de lixo. A partir daí, a a consultoria vai orientar a agência a adotar práticas sustentáveis, tais como otimização no consumo de papel, reciclagem de lixo e eficiência no gasto de energia.
"Em cerca de um mês, serão adotadas as práticas de fato. Para isso, faremos campanhas internas incentivando posturas individuais mais sustentáveis. O objetivo não é só neutralizar as emissões, mas também diminui-las", disse a diretora executiva.
A neutralização será iniciada através da compra, pela In Press PN, de créditos de carbono de projetos voluntários ou florestais. Segundo Paulo Kessler, presidente da Ambio Soluções Ambientais, "o mercado de créditos de carbono possui um papel fundamental na manutenção do baixo fator de emissão e no crescimento sustentável do país, promovendo a transição para uma economia com baixo teor de carbono".
"O nosso objetivo é ajudar as empresas a conciliarem desenvolvimento com alternativas ambientalmente corretas. O Brasil tem obtido um grande progresso na área de neutralização de carbono, mas ainda há muito para percorrer", concluiu Kessler.






