Imprensa Oficial nega arbitrariedade em demissão de funcionários
Imprensa Oficial nega arbitrariedade em demissão de funcionários
A Imprensa Oficial do Estado de São Paulo negou que tenham sido arbitrárias as demissões da secretária gráfica Nilza Balarini e de Dagoberto Oliveira, líder de paginação do Diário Oficial .
Na última segunda-feira (30), o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP) argumentou arbitrariedade nas dispensas e motivação política. De acordo com a representação sindical, as demissões dos dois funcionários concursados interessariam às lideranças da Imprensa Oficial.
As demissões, segundo nota da assessoria da empresa em resposta à reportagem do Portal IMPRENSA, "atendeu exclusivamente a critérios técnicos". Tanto Nilza quanto Oliveira teriam sido demitidos como parte de um processo de modernização da edição do Diário Oficial, razão exposta anteriormente pela ex-secretária em depoimento ao SJSP. No caso específico de Oliveira, o profissional foi demitido pois o cargo de líder gráfico deixará de existir. Já a função de Nilza "será ocupada por um técnico dos quadros atuais da empresa".
A Imprensa Oficial sublinhou "que ambos ocupavam cargos de confiança, eram contratados sob regime da CLT e que todas as exigências legais para a demissão foram respeitadas".
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