Imprensa internacional repercute prisão do traficante Nem no Rio de Janeiro
O Wall Street Journal, o The Daily Telegraph, o Público e o El País enfatizaram, em suas reportagens, o significado da detenção.
Atualizado em 11/11/2011 às 14:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Jornais internacionais repercutiram, nesta sexta-feira (11), a prisão do traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem, do morro da Rocinha, no Rio de Janeiro. O Wall Street Journal , o The Daily Telegraph , o Público e o El País enfatizaram, em suas reportagens, o significado da detenção dele para o combate ao tráfico na cidade, principalmente com a proximidade tanto da Copa de 2014 quanto das Olimpíadas de 2016.
"A captura de Nem vem no momento em que a polícia prepara uma invasão da favela que ele comandava, como parte de uma campanha para tornar a cidade mais segura", ressaltou matéria publicada no norte-americano WSJ . Em outro trecho, o diário observa que, "no início, os céticos previram que os esforços do governo para restaurar o controle das favelas fracassaria. Mas as unidades de elite da polícia alcançaram um sucesso inesperado, em grande parte porque muitos moradores da favela na verdade sempre quiseram a presença da polícia".
Já o britânico The Daily Telegraph enfatizou o medo que os frequentadores das localidades sentem com a 'guerra' diária travada entre as autoridades e os criminosos. "A batalha pela maior favela do Brasil começou", diz a reportagem. No espanhol El País , um perfil de Nem foi traçado, explicando sua história e experiência com as drogas. "A imagem patética de Nem, algemado, com o gesto inexpressivo, embarcando no carro blindado que o levou para o presídio de segurança máxima Bangu, contrasta com a extraordinária lenda do jovem que chegou do nada ao ápice do crime organizado", escreveu o repórter do diário. Também no português Público , uma análise do traficante sob o título "O Poderoso Chefão" foi publicada.
Com informações da .
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"A captura de Nem vem no momento em que a polícia prepara uma invasão da favela que ele comandava, como parte de uma campanha para tornar a cidade mais segura", ressaltou matéria publicada no norte-americano WSJ . Em outro trecho, o diário observa que, "no início, os céticos previram que os esforços do governo para restaurar o controle das favelas fracassaria. Mas as unidades de elite da polícia alcançaram um sucesso inesperado, em grande parte porque muitos moradores da favela na verdade sempre quiseram a presença da polícia".
Já o britânico The Daily Telegraph enfatizou o medo que os frequentadores das localidades sentem com a 'guerra' diária travada entre as autoridades e os criminosos. "A batalha pela maior favela do Brasil começou", diz a reportagem. No espanhol El País , um perfil de Nem foi traçado, explicando sua história e experiência com as drogas. "A imagem patética de Nem, algemado, com o gesto inexpressivo, embarcando no carro blindado que o levou para o presídio de segurança máxima Bangu, contrasta com a extraordinária lenda do jovem que chegou do nada ao ápice do crime organizado", escreveu o repórter do diário. Também no português Público , uma análise do traficante sob o título "O Poderoso Chefão" foi publicada.
Com informações da .
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