Imprensa internacional foi mais crítica ao Brasil em 2013, aponta levantamento
O levantamento "Boletim Brasil", elaborado pela agência de comunicação Imagem Corporativa, apontou que a imprensa internacional ficou mais crítica ao Brasil no ano passado.
Atualizado em 26/03/2014 às 10:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
pela agência de comunicação Imagem Corporativa, apontou que a imprensa internacional ficou mais crítica ao Brasil no ano passado. O porcentual de reportagens negativas com relação ao País subiu para 35, 22% do total de 23,78% registados em 2012.
Crédito:Agência Brasil Denúncia de Dilma sobre espionagem americana teve destaque na mídia internacional
De acordo com O Estado de S. Paulo , a pesquisa indica que a imprensa também falou menos sobre o país. A quantia de textos foi de 4.332, abaixo das 5.109 publicados em 2012. À época do início das manifestações, os níveis de confiança de vários setores e dos consumidores voltaram para o índice de 2009, quando o mundo enfrentava uma crise financeira.
Houve uma piora da análise da imprensa internacional. No terceiro trimestre, o porcentual de textos negativos foi de 42%, período em que ocorreram mais hostilidade nos protestos. "Esse resultado reflete uma leitura mais pessimista da imprensa internacional sobre a desaceleração econômica, e traz algumas referências mais negativas em termos de fundamentos econômicos, além da questão das manifestações", esclareceu Ciro Dias Reis, presidente da Imagem Corporativa.
A categoria que mais teve crescimento em relação à desconfiança da mídia internacional foi a de "vulnerabilidade', que aborda os déficits do país. No total, foram 944 reportagens, valor bem acima da verificada em 2012, quando foram estimados 480 textos. Uma das quedas mais significativas foi na categoria "local de investimento", que agrega notícias sobre investimentos e potencialidade de negócios. De um ano para outro, o recuo foi de 979 para 703 textos.
Além disso, a categoria mais comum foi a de "player internacional", cujos textos abordam a relevância do Brasil no cenário mundial. Foram 1.235 artigos. O chileno El Mercúrio foi o que mais publicou reportagens sobre o Brasil, acumulando 986 notícias. A segunda ficou com o Clarín (524). Na sequência, apareceram o Financial Times (497), o The Wall Street Journal (421), e o Le Monde (343).
Somente no quarto trimestre de 2013, o estudo apurou que foram publicadas 995 reportagens, uma queda de 9,62% na comparação com os três meses anteriores. Foi o resultado mais baixo desde o terceiro trimestre de 2009, que teve 783 textos. O assunto mais comentado foi a revelação da espionagem dos Estados Unidos ao Brasil e a reação da presidente Dilma Rousseff. A pesquisa apontou 79 reportagens, sendo 46 negativas. A Copa ficou na segunda posição, com 52 reportagens. Delas, 25 foram negativas.
O "Boletim Brasil" é produzido desde 2009 e avalia 15 veículos internacionais, entre eles China Daily (China), El País (Espanha), Financial Times e The Economist (Reino Unido), The New York Times e Washington Post (Estados Unidos).
Crédito:Agência Brasil Denúncia de Dilma sobre espionagem americana teve destaque na mídia internacional
De acordo com O Estado de S. Paulo , a pesquisa indica que a imprensa também falou menos sobre o país. A quantia de textos foi de 4.332, abaixo das 5.109 publicados em 2012. À época do início das manifestações, os níveis de confiança de vários setores e dos consumidores voltaram para o índice de 2009, quando o mundo enfrentava uma crise financeira.
Houve uma piora da análise da imprensa internacional. No terceiro trimestre, o porcentual de textos negativos foi de 42%, período em que ocorreram mais hostilidade nos protestos. "Esse resultado reflete uma leitura mais pessimista da imprensa internacional sobre a desaceleração econômica, e traz algumas referências mais negativas em termos de fundamentos econômicos, além da questão das manifestações", esclareceu Ciro Dias Reis, presidente da Imagem Corporativa.
A categoria que mais teve crescimento em relação à desconfiança da mídia internacional foi a de "vulnerabilidade', que aborda os déficits do país. No total, foram 944 reportagens, valor bem acima da verificada em 2012, quando foram estimados 480 textos. Uma das quedas mais significativas foi na categoria "local de investimento", que agrega notícias sobre investimentos e potencialidade de negócios. De um ano para outro, o recuo foi de 979 para 703 textos.
Além disso, a categoria mais comum foi a de "player internacional", cujos textos abordam a relevância do Brasil no cenário mundial. Foram 1.235 artigos. O chileno El Mercúrio foi o que mais publicou reportagens sobre o Brasil, acumulando 986 notícias. A segunda ficou com o Clarín (524). Na sequência, apareceram o Financial Times (497), o The Wall Street Journal (421), e o Le Monde (343).
Somente no quarto trimestre de 2013, o estudo apurou que foram publicadas 995 reportagens, uma queda de 9,62% na comparação com os três meses anteriores. Foi o resultado mais baixo desde o terceiro trimestre de 2009, que teve 783 textos. O assunto mais comentado foi a revelação da espionagem dos Estados Unidos ao Brasil e a reação da presidente Dilma Rousseff. A pesquisa apontou 79 reportagens, sendo 46 negativas. A Copa ficou na segunda posição, com 52 reportagens. Delas, 25 foram negativas.
O "Boletim Brasil" é produzido desde 2009 e avalia 15 veículos internacionais, entre eles China Daily (China), El País (Espanha), Financial Times e The Economist (Reino Unido), The New York Times e Washington Post (Estados Unidos).





