Imprensa do Haiti tem dificuldade para se reerguer porque jornalistas vivem tragédias pessoais
Imprensa do Haiti tem dificuldade para se reerguer porque jornalistas vivem tragédias pessoais
Quase uma semana após o terremoto que devastou a capital do Haiti, Porto Príncipe, os veículos de comunicação do país começam a se restabelecer. Um exemplo é o jornal Le Nouvelliste , que criou uma página no site de relacionamentos Facebook e reproduziu uma mensagem sobre 63 pessoas soterradas em um mercado.
Além disso, as emissoras de rádio Kiskeya e Metropole estão transmitindo pela internet, informou o jornal El Financiero . Segundo o jornalista haitiano Joseph Guyler Delva, fundador do SOS Journalistes - que teve a sede destruída pelo terremoto - a maioria dos profissionais do país está envolvido em questões pessoais.
O Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ), avalia as necessidades dos jornalistas haitianos e começa a reunir fundos para ajudá-los, explicou o diretor-executivo Joel Simon. Já a Sociedade Interamericana de de Imprensa (SIP) elogiou os meios de comunicação do país e os jornalistas que "se dedicam, com sacrifício, às tarefas de informar e servir ao seu povo".
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