Imprensa argentina vive divisão entre "governistas" e "opositores"
A Argentina está vivendo um momento de disputa entre a imprensa do país e a presidente Cristina Kirchner criou a denominação de empresas &nb
A Argentina está vivendo um momento de disputa entre a imprensa do país e a presidente Cristina Kirchner criou a denominação de empresas "governistas" e "opositoras", informou a BBC Brasil.
Leia também
-
-
-
Na última quarta-feira (6/6), Cristina Kirchner criticou as agressões dirigidas a uma equipe da emissora estatal Canal 7 durante uma manifestação contra o governo em Buenos Aires. As pessoas que estavam no protesto identificaram os repórteres da emissora como "governistas".
Jornalistas considerados "oposicionistas" também sofrem ataques na Argentina. Nas últimas semanas, algumas ruas de Buenos Aires ganharam cartazes que estampavam o rosto de Daniel Santoro, editor de política do jornal Clarín , que é identificado como "opositor". Os pôsteres chamavam Santoro de "espião russo".
De acordo com o jornalista e escritor Ceferino Reato, editor da revista Fortuna , "as definições e a divisão (de empresas de comunicação e jornalistas governistas e opositores) existem e são alimentadas pelo próprio governo a partir de sua briga com os jornais Clarín e La Nación".






