Importante para sites de notícias, Google se defende
Importante para sites de notícias, Google se defende
Atualizado em 10/05/2011 às 11:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Google ainda é o ponto de partida da maioria dos internautas para a busca de notícias. Responsável por, em média 30%, do tráfico de leitores nos sites jornalísticos, o buscador é imprescindível para manter o volume de visitas nos domínios de notícias. A constatação é do Projeto Pew Research Center, e foi baseado em estatísticas da Nielsen Company, divulgado nesta segunda-feira (9/05).
O estudo avaliou os 25 sites de notícias mais populares dos EUA em quatro áreas: quanto tempo os leitores navegam pela página, quanto se aprofundam no conteúdo do site, como os internautas acessam os sites de notícias e para onde eles vão quando saem das páginas.
Na condição de ferramenta de busca que mais encaminha tráfico para 17 dos 25 sites analisados, o Google registrou um volume de buscas considerável para os termos relacionados a eventos, como o Tsunami ocorrido no Japão. Ainda assim, as buscas no site de pesquisa incluem procuras por nomes específicos dos sites de notícia e fontes de informação.
Sites agregadores de notícias, que segundo o estudo, ainda são os mais populares para o acesso a notícias, dependem do Google para grande parte de seu tráfico de leitores. O maior agregador de notícias dos EUA, o Topix.com, tem mais de 2/3 de seu tráfico atribuído à gigante da pesquisa. O segundo maior site, o Examiner.com, tem 52% de acesso a seu site gerado pelo Google.
As páginas do Google News, CBS News e Examiner.com são as que mais recebem visitas provenientes de resultados de busca orgânica no Google. Os sites Yahoo! News, MSN.com e AOL News são os que têm menos influência da ferramenta de busca. A única ferramenta de busca que faz frente ao Google, é o Yahoo! News, que registra 2,7% do volume de leitores em comparação ao Google.
Na Bélgica
Na última sexta feira (6/05), o Google foi condenado pela Corte belga a pagar uma indenização de 25 mil euros por dia para jornais belgas, caso não retirasse de sua ferramenta de buscas, trechos e links de matérias protegidas publicadas em jornais belgas de seu índice.
Copiepresse, companhia que abriu o processo em nome dos jornais belgas, afirmou que sites de buscas beneficiam-se do conteúdo das reportagens. Portanto, as publicações deveriam ser pagas por isso. Além da multa de 25 mil euros diários caso atrasem na implementação da regra, os jornais belgas querem US$ 49,1 milhões pelo tempo em que as notícias estiveram no ar.
O Google declarou-se desapontado com a resolução e refuta a acusação de violação de direitos autorais. "Nós discordamos com a decisão de hoje, pois acreditamos que o Google News cumpre integralmente as leis de direitos autorais. Nós reavaliaremos a decisão para decidir qual será nossa próxima medida de atuação", afirmou a gigante de pesquisa em uma declaração por email. "Acreditamos que referenciar informações com pequenas manchetes e links diretos para a fonte, não é apenas legal como também encoraja os internautas a lerem os jornais", completa.
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O estudo avaliou os 25 sites de notícias mais populares dos EUA em quatro áreas: quanto tempo os leitores navegam pela página, quanto se aprofundam no conteúdo do site, como os internautas acessam os sites de notícias e para onde eles vão quando saem das páginas.
Na condição de ferramenta de busca que mais encaminha tráfico para 17 dos 25 sites analisados, o Google registrou um volume de buscas considerável para os termos relacionados a eventos, como o Tsunami ocorrido no Japão. Ainda assim, as buscas no site de pesquisa incluem procuras por nomes específicos dos sites de notícia e fontes de informação.
Sites agregadores de notícias, que segundo o estudo, ainda são os mais populares para o acesso a notícias, dependem do Google para grande parte de seu tráfico de leitores. O maior agregador de notícias dos EUA, o Topix.com, tem mais de 2/3 de seu tráfico atribuído à gigante da pesquisa. O segundo maior site, o Examiner.com, tem 52% de acesso a seu site gerado pelo Google.
As páginas do Google News, CBS News e Examiner.com são as que mais recebem visitas provenientes de resultados de busca orgânica no Google. Os sites Yahoo! News, MSN.com e AOL News são os que têm menos influência da ferramenta de busca. A única ferramenta de busca que faz frente ao Google, é o Yahoo! News, que registra 2,7% do volume de leitores em comparação ao Google.
Na Bélgica
Na última sexta feira (6/05), o Google foi condenado pela Corte belga a pagar uma indenização de 25 mil euros por dia para jornais belgas, caso não retirasse de sua ferramenta de buscas, trechos e links de matérias protegidas publicadas em jornais belgas de seu índice.
Copiepresse, companhia que abriu o processo em nome dos jornais belgas, afirmou que sites de buscas beneficiam-se do conteúdo das reportagens. Portanto, as publicações deveriam ser pagas por isso. Além da multa de 25 mil euros diários caso atrasem na implementação da regra, os jornais belgas querem US$ 49,1 milhões pelo tempo em que as notícias estiveram no ar.
O Google declarou-se desapontado com a resolução e refuta a acusação de violação de direitos autorais. "Nós discordamos com a decisão de hoje, pois acreditamos que o Google News cumpre integralmente as leis de direitos autorais. Nós reavaliaremos a decisão para decidir qual será nossa próxima medida de atuação", afirmou a gigante de pesquisa em uma declaração por email. "Acreditamos que referenciar informações com pequenas manchetes e links diretos para a fonte, não é apenas legal como também encoraja os internautas a lerem os jornais", completa.
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