Importação Delicada
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Atualizado em 05/01/2011 às 17:01, por
Luiz Gustavo Pacete da Redação.
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É fato que o mercado publicitário brasileiro está entre os melhores do mundo. E são muitos os argumentos que confirmam tal posição: o país é constantemente destaque nas premiações mundiais mais importantes, além disso, não apenas a criatividade é o ponto alto da propaganda nacional como o potencial de negócios e o crescimento da economia e do consumo têm sido motivos para a chegada e o aumento da participação de grandes players mundiais, atraídos por projeções de 9,5% de ampliação da economia para 2011. Entre os principais grupos estrangeiros no Brasil, estão o inglês WPP, os estadunidenses Omnicom e Interpublic, os franceses Publicis e Havas e o britânico Isobar. Além da agência japonesa Dentsu, que aumentou seus investimentos no país em 2010, e a R/GA e Wieden+Kennedy que chegaram aqui no ano passado.
Com a presença das grandes agências e a influência de suas holdings no Brasil, ressurge um debate que se intensificou no mercado há três anos, mas que já deu lugar à polêmica para ser discutido de forma mais madura: a possível entrada dos birôs de mídia no mercado brasileiro. Conhecidos pela comercialização de espaço publicitário, eles surgiram no mercado internacional há aproximadamente 20 anos. Seus formatos variam de país a país e podem ser desde independentes, como os brokers, ou os in house-media buying vinculados às agências e anunciantes. No Brasil, a francesa Carat, que hoje pertence ao Omnicom, tentou prospectar clientes entre 2000 e 2001, mas deixou o país após não ter conseguido fechar negócio com os veículos. A internacionalização e o alinhamento dos métodos das grandes agências alinhadas, no entanto, sempre fazem ressurgir o tema, agora com mais musculatura, mas de maneira mais discreta e sutil.

É fato que o mercado publicitário brasileiro está entre os melhores do mundo. E são muitos os argumentos que confirmam tal posição: o país é constantemente destaque nas premiações mundiais mais importantes, além disso, não apenas a criatividade é o ponto alto da propaganda nacional como o potencial de negócios e o crescimento da economia e do consumo têm sido motivos para a chegada e o aumento da participação de grandes players mundiais, atraídos por projeções de 9,5% de ampliação da economia para 2011. Entre os principais grupos estrangeiros no Brasil, estão o inglês WPP, os estadunidenses Omnicom e Interpublic, os franceses Publicis e Havas e o britânico Isobar. Além da agência japonesa Dentsu, que aumentou seus investimentos no país em 2010, e a R/GA e Wieden+Kennedy que chegaram aqui no ano passado.
Com a presença das grandes agências e a influência de suas holdings no Brasil, ressurge um debate que se intensificou no mercado há três anos, mas que já deu lugar à polêmica para ser discutido de forma mais madura: a possível entrada dos birôs de mídia no mercado brasileiro. Conhecidos pela comercialização de espaço publicitário, eles surgiram no mercado internacional há aproximadamente 20 anos. Seus formatos variam de país a país e podem ser desde independentes, como os brokers, ou os in house-media buying vinculados às agências e anunciantes. No Brasil, a francesa Carat, que hoje pertence ao Omnicom, tentou prospectar clientes entre 2000 e 2001, mas deixou o país após não ter conseguido fechar negócio com os veículos. A internacionalização e o alinhamento dos métodos das grandes agências alinhadas, no entanto, sempre fazem ressurgir o tema, agora com mais musculatura, mas de maneira mais discreta e sutil.
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