"Imparcialidade é contar a verdade"
"Imparcialidade é contar a verdade"
Augusto Nunes logo alertou a reportagem da revista IMPRENSA: "Eu falo muito. Por favor, me cortem." Loquaz, em mais de duas horas de conversa o colunista de Veja.com não poupou ninguém: de Lula a Serra, passando por seus desafetos do jornal O Estado de São Paulo . De tão verbal, é curioso pensar que até a juventude nutriu uma grande timidez, superada à base de forçadas participações em peças de teatro da universidade - que não terminou. Começou a faculdade de direito no Rio de Janeiro, transferiu o curso para São Paulo e começou também a estudar jornalismo, na USP. Mais tarde, voltou para a sala de aula, na Cásper Líbero, em mais uma tentativa frustrada de se formar. Nessa última fase, garante só ter resistido seis meses porque contou com a ajuda preciosa de uma ex-colega: "Trabalhos de alta qualidade redigidos pela Maria Adelaide Amaral.".
Apesar das idas e vindas, seu período universitário contou com intenso engajamento político. Foi vice-presidente de Centro Acadêmico e militou na Dissidência Guanabara, do Partido Comunista Brasileiro. No jornalismo, começou como revisor dos Diários Associados e passou pelas redações de Veja , como redator-chefe, da Época , do Estadão e do Zero Hora , todas essas como diretor de redação, e pela CBM, como diretor editorial, comandando o Jornal do Brasil , a revista Forbes e a Gazeta Mercantil .
Leia entrevista completa na edição 247 de IMPRENSA






