Ilustrador brasileiro recebe o principal prêmio de literatura infantojuvenil no México
Título é considerado o Nobel da literatura infantojuvenil
Atualizado em 11/09/2014 às 13:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na noite da última quarta-feira (10/9), o ilustrador Roger Mello recebeu o Prêmio Hans Cristian Andersen, o mais importante do mundo dedicado à literatura infantojuvenil. A premiação ocorreu durante a abertura do Congresso Ibby (International Board on Books for Young People), que reúne de 10 a 13 de setembro pesquisadores e escritores para debates sobre a literatura infantil.
Crédito:Divulgação Roger Mello já ilustrou mais de cem livros infantojuvenis
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo , esta é a terceira vez em que Mello concorre e é o primeiro ilustrador brasileiro a vencer o prêmio. A escolha de seu nome foi anunciada em março, na Feira do Livro de Bolonha. À época, o júri declarou que sua obra possibilita "explorar a história e a cultura do Brasil sem subestimar a habilidade da criança de reconhecer e decodificar fenômenos e imagens culturais".
Mello ilustrou 100 livros para diversos autores e teve algumas de suas obras publicadas em outros países. Entre seus trabalhos estão "Meninos do Mangue", "Carvalhada de Pirenópolis" e "Carvoeirinhos".
O autor diz que sempre tenta evitar transformar a criação em arte com foco na denúncia. "Arte não pode ser guiada por nada além da liberdade de ideia. Não quero ensinar nada. Mas imagens ficcionais num país que tem o mais alto índice de assassinato de ativistas ambientais pode, sim, representar ativismo também".
Crédito:Divulgação Roger Mello já ilustrou mais de cem livros infantojuvenis
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo , esta é a terceira vez em que Mello concorre e é o primeiro ilustrador brasileiro a vencer o prêmio. A escolha de seu nome foi anunciada em março, na Feira do Livro de Bolonha. À época, o júri declarou que sua obra possibilita "explorar a história e a cultura do Brasil sem subestimar a habilidade da criança de reconhecer e decodificar fenômenos e imagens culturais".
Mello ilustrou 100 livros para diversos autores e teve algumas de suas obras publicadas em outros países. Entre seus trabalhos estão "Meninos do Mangue", "Carvalhada de Pirenópolis" e "Carvoeirinhos".
O autor diz que sempre tenta evitar transformar a criação em arte com foco na denúncia. "Arte não pode ser guiada por nada além da liberdade de ideia. Não quero ensinar nada. Mas imagens ficcionais num país que tem o mais alto índice de assassinato de ativistas ambientais pode, sim, representar ativismo também".





