Hostilidades contra jornalistas cresceram após protestos, aponta audiência pública
Os protestos iniciados em junho de 2013 ajudaram a elevar as estatísticas sobre violência contra os profissionais de imprensa. A Associação
Atualizado em 02/04/2014 às 09:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) apontou que, dos 136 casos registrados, 105 foram resultantes de grupos minoritários de manifestantes e por policiais.
De acordo com a Agência Senado, o diretor de Comunicação da Abert, Théo Rocheford, convidado da audiência pública realizada na manhã da última terça-feira (1/4) na Comissão de Direitos Humanos, ressaltou que os atos se iniciaram de forma legítima e pacífica, mas acabaram com hostilidades e depredações, inclusive a veículos e jornalistas.
O diretor de Relações Institucionais da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), José Carlos Torves, disse que as agressões feitas por manifestantes são explicadas pela falta de conhecimento sobre a importância do papel da mídia e que a truculência da Polícia Militar é um resquício ditatorial.
Quatro jornalistas já foram assassinados este ano no país e, para as entidades de classe, a impunidade é um dos problemas a serem combatidos. O chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Marcello Barros, pontuou que o Ministério da Justiça já tomou providências para minimizar o problema.
Uma das medidas é a criação de um grupo de trabalho para realizar um protocolo mínimo para atuação das polícias em manifestações populares. Além disso, outro grupo realizou um exercício simulado no último fim de semana de dois dias com 70 jornalistas e homens da Força Nacional de Segurança Pública. O trabalho será analisado e transformado em uma cartilha para os profissionais antes da Copa.
Crédito:Agência Senado Paulo Paim apresentou propostas da Fenaj, Abert e Passe Livre à Comissão de Direitos Humanos
O senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou propostas encaminhadas à Comissão de Direitos Humanos pela Fenaj, Abert e pelo Passe Livre. Ele disse ainda que trabalha em um projeto de lei para assegurar aos profissionais de imprensa que atuarem em atividades externas com risco à integridade física, o direito de receberem seguro de vida em grupo custeado pelo empregador e adicional de periculosidade.
Entre as propostas apresentadas estão a adoção de um protocolo de procedimentos a ser observado por policiais, jornalistas e empresas, reavaliação dos cursos de formação dos policiais militares e federalização das investigações de crimes contra comunicadores.
De acordo com a Agência Senado, o diretor de Comunicação da Abert, Théo Rocheford, convidado da audiência pública realizada na manhã da última terça-feira (1/4) na Comissão de Direitos Humanos, ressaltou que os atos se iniciaram de forma legítima e pacífica, mas acabaram com hostilidades e depredações, inclusive a veículos e jornalistas.
O diretor de Relações Institucionais da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), José Carlos Torves, disse que as agressões feitas por manifestantes são explicadas pela falta de conhecimento sobre a importância do papel da mídia e que a truculência da Polícia Militar é um resquício ditatorial.
Quatro jornalistas já foram assassinados este ano no país e, para as entidades de classe, a impunidade é um dos problemas a serem combatidos. O chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Marcello Barros, pontuou que o Ministério da Justiça já tomou providências para minimizar o problema.
Uma das medidas é a criação de um grupo de trabalho para realizar um protocolo mínimo para atuação das polícias em manifestações populares. Além disso, outro grupo realizou um exercício simulado no último fim de semana de dois dias com 70 jornalistas e homens da Força Nacional de Segurança Pública. O trabalho será analisado e transformado em uma cartilha para os profissionais antes da Copa.
Crédito:Agência Senado Paulo Paim apresentou propostas da Fenaj, Abert e Passe Livre à Comissão de Direitos Humanos
O senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou propostas encaminhadas à Comissão de Direitos Humanos pela Fenaj, Abert e pelo Passe Livre. Ele disse ainda que trabalha em um projeto de lei para assegurar aos profissionais de imprensa que atuarem em atividades externas com risco à integridade física, o direito de receberem seguro de vida em grupo custeado pelo empregador e adicional de periculosidade.
Entre as propostas apresentadas estão a adoção de um protocolo de procedimentos a ser observado por policiais, jornalistas e empresas, reavaliação dos cursos de formação dos policiais militares e federalização das investigações de crimes contra comunicadores.





