História de americano que criou falsa blogueira lésbica síria vira filme
Farsa será recontada no documentário “A Gay Girl in Damascus: The Amina Profile”
Atualizado em 24/07/2015 às 10:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
A história do americano Thomas MacMaster que admitiu, em 2011, ser o autor dos textos de Amina, uma falsa síria que escrevia sobre a revolta popular em seu país e como seria a vida de uma lésbica no repressivo regime, virou filme. Crédito:Reprodução Falso blog foi notícia em diversos veículos e motivou campanha para libertar blogueira A invenção de MacMaster será recontada no documentário “A Gay Girl in Damascus: The Amina Profile” (Uma menina gay em Damasco: o arquivo Amina, em tradução livre) que chega aos cinemas dos EUA nesta sexta-feira (24/7) e será disponibilizado no site SundanceNow Doc Club.
De acordo com o New York Post , o filme mostra como o estudante de 40 anos conseguiu enganar a opinião pública após ter tido mais de dez romances rejeitados por editoras. Além disso, detalha como o blog se tornou uma das principais fontes sobre o início do levante na Síria.
“Que época para viver na Síria! Que época para ser árabe!”, escreveu Amina no seu primeiro post. O relato online da jovem logo chamou a atenção dos internautas.
Uma foto do rosto da blogueira se tornou um símbolo da resistência no país. A farsa foi desvendada quando o apresentador Jeremy Paxman, da BBC, foi procurado pela croata Jelena Lecic, que viu uma imagem sua no Facebook como o rosto da campanha pela libertação da jovem síria.
O site Eletronic Intifada seguiu o endereço de e-mail e descobriu que as mensagens foram enviadas de uma casa na Georgia, que pertencia a MacMaster. Na época, ele vivia em Edimburgo, na Escócia. O americano, então, confessou que o blog era dele.
No fim do documentário, segundo o New York Post , Sandra Bagaria, a “namorada” canadense de Amina confronta pessoalmente MacMaster, e questiona por que ele escrevia todos os dias como Amina. “Porque eu fui o centro das atenções por um momento e pareceu divertido", responde.
Assista ao trailer:
De acordo com o New York Post , o filme mostra como o estudante de 40 anos conseguiu enganar a opinião pública após ter tido mais de dez romances rejeitados por editoras. Além disso, detalha como o blog se tornou uma das principais fontes sobre o início do levante na Síria.
“Que época para viver na Síria! Que época para ser árabe!”, escreveu Amina no seu primeiro post. O relato online da jovem logo chamou a atenção dos internautas.
Uma foto do rosto da blogueira se tornou um símbolo da resistência no país. A farsa foi desvendada quando o apresentador Jeremy Paxman, da BBC, foi procurado pela croata Jelena Lecic, que viu uma imagem sua no Facebook como o rosto da campanha pela libertação da jovem síria.
O site Eletronic Intifada seguiu o endereço de e-mail e descobriu que as mensagens foram enviadas de uma casa na Georgia, que pertencia a MacMaster. Na época, ele vivia em Edimburgo, na Escócia. O americano, então, confessou que o blog era dele.
No fim do documentário, segundo o New York Post , Sandra Bagaria, a “namorada” canadense de Amina confronta pessoalmente MacMaster, e questiona por que ele escrevia todos os dias como Amina. “Porque eu fui o centro das atenções por um momento e pareceu divertido", responde.
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