"Gushiken foi uma das vítimas da mentira de uma parte da imprensa deste país", acusa Lula

No último domingo (14/9) Lula afirmou durante encontro de integrantes do PT paulista que o ex-ministro Luiz Gushiken, morto na sexta-feira (13/9, vítima de um câncer, foi alvo de mentiras contadas por parte da imprensa, que agora deveria apresentar uma retratação formal pelo desgaste que provocou.

Atualizado em 16/09/2013 às 09:09, por Redação Portal IMPRENSA.

o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou durante encontro de integrantes do PT paulista que o ex-ministro Luiz Gushiken, morto na sexta-feira (13/9, vítima de um câncer, foi alvo de mentiras contadas por parte da imprensa, que agora deveria apresentar uma retratação formal pelo desgaste que provocou.


Crédito:Agência Brasil Ex-presidente Lula gostaria que imprensa apresentasse retratação sobre as denúncias contra Gushiken

“O Gushiken foi uma das vítimas da mentira de uma parte da imprensa deste país. Eu sei o que o companheiro Gushiken sofreu com as infâmias que levantaram contra ele. Muitas vezes, o irresponsável que levanta uma acusação sem ter provas não leva em conta a história das pessoas, que a pessoa tem mulher, tem filhos”, disse Lula.


Segundo o Tribuna Hoje , Luiz Gushiken, que comandou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República depois de ser um dos coordenadores da campanha vitoriosa pelo Planalto em 2002, chegou a ser acusado de participação do mensalão. Apenas no ano passado, após sete anos do início do caso, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou que não havia provas contra o ex-ministro.


“Depois de sofrer tantos anos como ele sofreu, de um lado pela doença, de outro lado pela perseguição, quando provam que é inocente, pelo menos a imprensa que o acusou deveria ter vergonha na cara e publicar uma manchete amanhã pedindo desculpas ao Gushiken. Pedir desculpas não é feio para ninguém. Deveria o jornalista canalha que acusou Gushiken sem provas pedir desculpas”, acrescentou.


O ex-presidente disse que considerou cancelar sua participação no encontro depois da morte do amigo e revelou que o companheiro lhe pediu poucos dias antes de morrer que trabalhasse para “recuperar” o partido.


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