Guilherme de Pádua quer excluir do Google conteúdos que o associem à morte de atriz
Ele alega que já pagou por seu crime e tem direito de refazer a vida
Atualizado em 09/10/2014 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
O ator Guilherme de Pádua, assassino confesso da atriz Daniella Perez, quer entrar com uma ação contra o Google para evitar que qualquer resultado de buscas do gigante da internet prejudique sua reputação.
Crédito:Reprodução/ Rede Record Ator busca "esquecimento" de crime nas buscas
Segundo a coluna de Léo Dias, no jornal O Dia , Guilherme teria dito aos amigos que pretende recorrer à Justiça. . A informação deveria ser mantida em sigilo, pois teme que a novelista Gloria Perez, mãe de Daniella, faça algo para impedir a ação judicial.
O caso
No dia 28 de dezembro de 1991, Daniella Perez, filha da autora Gloria Perez, foi assassinada por Guilherme de Pádua, colega de trabalho e par romântico na novela "De Corpo e Alma". A jovem, à época com 22 anos, levou 18 golpes de tesoura no pescoço, pulmões e coração. O ator e a então esposa dele, Paula Thomaz, confessaram o crime e foram condenados a 19 anos de prisão. Ambos foram libertados seis anos depois.
Guilherme de Pádua também está envolvido num processo de execução fiscal, no qual é cobrado o valor de R$ 5.970 de um tributo. A briga corre na comarca de Belo Horizonte (MG), onde ele mora atualmente.
Crédito:Reprodução/ Rede Record Ator busca "esquecimento" de crime nas buscas
Segundo a coluna de Léo Dias, no jornal O Dia , Guilherme teria dito aos amigos que pretende recorrer à Justiça. . A informação deveria ser mantida em sigilo, pois teme que a novelista Gloria Perez, mãe de Daniella, faça algo para impedir a ação judicial.
O caso
No dia 28 de dezembro de 1991, Daniella Perez, filha da autora Gloria Perez, foi assassinada por Guilherme de Pádua, colega de trabalho e par romântico na novela "De Corpo e Alma". A jovem, à época com 22 anos, levou 18 golpes de tesoura no pescoço, pulmões e coração. O ator e a então esposa dele, Paula Thomaz, confessaram o crime e foram condenados a 19 anos de prisão. Ambos foram libertados seis anos depois.
Guilherme de Pádua também está envolvido num processo de execução fiscal, no qual é cobrado o valor de R$ 5.970 de um tributo. A briga corre na comarca de Belo Horizonte (MG), onde ele mora atualmente.





