Grupo paramilitar ameaça matar jornalistas vistos como ‘guerrilheiros e milicianos’
De acordo com o site da Fundação para a Liberdade de Imprensa, organização colombiana que fiscaliza as condições do jornalismo no país, fora
Atualizado em 17/09/2018 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A situação ficou mais tensa para jornalistas da Colômbia em 2018. Desde o início do ano, as ameaças de morte a profissionais foram intensificadas por um grupo supostamente paramilitar chamado Águias Negras.
Crédito:Reprodução / Flip Comunicado direcionado às vítimas chegou a ser denunciado publicamente por uma senadora, também ameaçada
De acordo com o site da (Flip, em espanhol), organização colombiana multidisciplinar que fiscaliza as condições do jornalismo no país, foram registrados 14 casos desde 2016, sete dele só este ano.
As ameaças são feitas pela internet e os jornalistas são identificados pelo grupo como membros de uma guerrilha. “Para nossa organização, não existe esquema de segurança que nos impeça de prosseguir e acabar com cada um desses guerrilheiros”, diz o texto.
Entre os citados, estão Daniel Coronell, colunista da revista Semana; Julio César González, caricaturista; e Jineth Bedoya, subeditora do jornal El Tiempo e colaboradora do site La Silla Vacía.
Por isso, a Flip fez um apelo e pediu à Procuradoria Geral da República e ao Ministério do Interior que investiguem as ameaças e tomem providencias para proteger os jornalistas.
Uma senadora também chegou a ser coagida pelo grupo, que não é reconhecido pelo governo como militar. Aida Avella Esquivel pediu ajuda publicamente ao presidente da Colômbia.
“Senhor Presidente, @IvanDuque esta ameaça veio contra os parlamentares, os defensores dos direitos humanos, os jornalistas e eu. Nesta ameaça está o líder César Plata, da UP, e já atentaram contra ele. Presidente, receba-nos com urgência”, escreveu em sua conta no .
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Crédito:Reprodução / Flip Comunicado direcionado às vítimas chegou a ser denunciado publicamente por uma senadora, também ameaçada
De acordo com o site da (Flip, em espanhol), organização colombiana multidisciplinar que fiscaliza as condições do jornalismo no país, foram registrados 14 casos desde 2016, sete dele só este ano.
As ameaças são feitas pela internet e os jornalistas são identificados pelo grupo como membros de uma guerrilha. “Para nossa organização, não existe esquema de segurança que nos impeça de prosseguir e acabar com cada um desses guerrilheiros”, diz o texto.
Entre os citados, estão Daniel Coronell, colunista da revista Semana; Julio César González, caricaturista; e Jineth Bedoya, subeditora do jornal El Tiempo e colaboradora do site La Silla Vacía.
Por isso, a Flip fez um apelo e pediu à Procuradoria Geral da República e ao Ministério do Interior que investiguem as ameaças e tomem providencias para proteger os jornalistas.
Uma senadora também chegou a ser coagida pelo grupo, que não é reconhecido pelo governo como militar. Aida Avella Esquivel pediu ajuda publicamente ao presidente da Colômbia.
“Senhor Presidente, @IvanDuque esta ameaça veio contra os parlamentares, os defensores dos direitos humanos, os jornalistas e eu. Nesta ameaça está o líder César Plata, da UP, e já atentaram contra ele. Presidente, receba-nos com urgência”, escreveu em sua conta no .
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