Grupo Mídia Gaysha quer ser uma alternativa aos “ninjas” em cobertura de protestos
Durante os protestos da última quarta-feira (14/8), em São Paulo, um grupo de três jovens autointituladas “Mídia Gaysha” usava o celular para transmitir as manifestações ao vivo via internet, atividade semelhante à praticada pelo coletivo de “ninjas”.
Atualizado em 15/08/2013 às 16:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução/ Facebook Grupo quer ser alternativa à imprensa tradicional, tal qual a mídia Ninja
Segundo a Folha de S.Paulo , enquanto os integrantes da Mídia Ninja têm cabelo desgrenhado e usam roupas surradas, as "gayshas" preferem jeans justos, echarpes coloridas e “não dispensam o pente”.
"É uma brincadeira com outra possibilidade", explicou uma delas, que defendeu uma cobertura "sem o monopólio de nenhuma mídia alternativa ou tradicional". O grupo também inclui homens.
A cobertura, no entanto, ainda não alcançou a audiência dos ninjas. A transmissão na internet não chegou a cem acessos por vídeo e, no , o grupo tinha apenas 16 seguidores até a tarde desta quinta-feira (15/8).





