Grupo islamita reivindica “ataque técnico” que resultou em assassinato de jornalista sueco

Assassinado enquanto realizava entrevistas, o jornalista sueco Nils Horner teve sua morte reivindicada pela organização islamita Movimento Fidai Mohaz.

Atualizado em 12/03/2014 às 14:03, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução/Twitter Grupo diz ter matado jornalista porque ele era espião do serviço secreto britânico
Segundo EFE, Horner foi assassinado na última terça-feira (11/3) quando fazia reportagem para a Rádio da Suécia, emissora estatal, em Cabul, capital do Afeganistão, acompanhado por um motorista e um intérprete. A versão dos fatos apresentada pela emissora relata que dois desconhecidos se aproximaram e dispararam na nuca do repórter.
Entretanto, o grupo islamita afirmou no breve comunicado que só um de seus "heróis" participou do "ataque técnico" que matou o jornalista. "Nils Horner não era um jornalista, mas espionava para o MI6".

Especula-se que o novo grupo foi criado recentemente e seus objetivos são desconhecidos. Os talibãs negaram qualquer relação com o assassinato. O jornalista fazia a cobertura prévia das eleições presidenciais marcadas para 5 de abril no país.