Gráfica pode ter captado R$ 67,7 milhões para o PT, diz relatório da Lava Jato
Um relatório de inteligência financeira da Operação Lava Jato, produzido pelo Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf),divulgado na última segunda-feira (20/7) aponta que a editora gráfica Atitude teria sido usada para captar propina para o Partido dos Trabalhadores (PT) entre junho de 2010 e abril de 2015.
Atualizado em 22/07/2015 às 14:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
da , produzido pelo Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf), divulgado na última segunda-feira (20/7) aponta que a editora gráfica Atitude teria sido usada para captar propina para o Partido dos Trabalhadores (PT) entre junho de 2010 e abril de 2015. O documento denuncia que, no total, a empresa pode ter movimentado R$ 67,7 milhões.
Crédito:Reprodução Relatório diz que gráfica desviou propina para o PT
Segundo o Estadão , a gráfica, que é controlada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, é alvo de uma investigação que também envolve o ex-tesoureiro João Vaccari Neto – preso desde abril deste ano – e a construtora Odebrecht.
De acordo com o dossiê entregue à Polícia Federal, cerca de R$ 18 milhões teriam sido depositados na conta da editora Atitude entre 2007 e 2015, por meio de 137 operações. A empresa passou a ser investigada após um dos delatores da Lava Jato, o empresário Augusto Ribeiro de Mendonça, afirmar que Vaccari Neto teria solicitado uma doação de R$ 2,4 milhões ao PT por meio de um depósito na conta da gráfica.
Crédito:Reprodução Relatório diz que gráfica desviou propina para o PT
Segundo o Estadão , a gráfica, que é controlada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, é alvo de uma investigação que também envolve o ex-tesoureiro João Vaccari Neto – preso desde abril deste ano – e a construtora Odebrecht.
De acordo com o dossiê entregue à Polícia Federal, cerca de R$ 18 milhões teriam sido depositados na conta da editora Atitude entre 2007 e 2015, por meio de 137 operações. A empresa passou a ser investigada após um dos delatores da Lava Jato, o empresário Augusto Ribeiro de Mendonça, afirmar que Vaccari Neto teria solicitado uma doação de R$ 2,4 milhões ao PT por meio de um depósito na conta da gráfica.
Uma quebra de sigilo bancário ainda apontou a existência de depósitos das empresas Projetec Projetos e Tecnologia, Tipuana Participações e SOG Óleo e Gás – todas controladas por Mendonça –, no valor de R$ 2,25 milhões, entre 2010 e 2013, na conta da Atitude.





