Governo japonês busca alternativas para negociar libertação de reféns detidos pelo EI

Durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (22/01), Yoshihide Suga, ministro porta-voz japonês, disse que apesar de o governo não ter garantias se os dois cidadãos reféns do Estado Islâmico (EI) estão vivos, estuda formas de negociar sua libertação.

Atualizado em 22/01/2015 às 19:01, por Redação Portal IMPRENSA.

(22/01), Yoshihide Suga, ministro porta-voz japonês, disse que apesar de o governo não ter garantias se os dois cidadãos reféns do Estado Islâmico (EI) estão vivos, estuda formas de negociar sua libertação.
De acordo com EFE, o jornalista freelancer Kenji Goto Jogo foi sequestrado em outubro passado pelo grupo terrorista. Já Haruna Yukawa foi capturado em agosto de 2014. Ainda em entrevista, o porta-voz afirmou que até o momento o governo japonês não recebeu nenhum sinal dos sequestradores.

Crédito:Reprodução Reféns podem ser decapitados a qualquer momento
Na última terça-feira (20/01), o EI divulgou um vídeo ameaçando decapitar os reféns caso um resgate de US$ 200 milhões não fosse pago dentro de 72 horas. A quantia é a mesma que o primeiro-ministro japonês anunciou doar recentemente para os refugiados em áreas militares na Síria e Iraque. O grupo terrorista, no entanto, acusa o país de ter feito a doação para combater o Estado Islâmico.
Como forma de tentar mediar a situação, Tóquio estaria tentando contato com o Estado Islâmico através de "vários canais" na Síria, como líderes de grupos armados e mediadores das comunidades locais, informaram fontes governamentais à agência japonesa "Kyodo".