Governo gastará R$ 56 milhões em publicidade sobre a Olimpíada de 2016

O governo federal prepara uma campanha com foco na Olimpíada de 2016 com mensagem positiva para a atual situação do país. Ao todo,serão lançadas nove ações publicitárias, sendo sete delas com valor calculado em R$ 56 milhões.

Atualizado em 10/11/2015 às 09:11, por Redação Portal IMPRENSA.

campanha com foco na de 2016 com mensagem positiva para a atual situação do país. Ao todo, serão lançadas nove ações publicitárias, sendo sete delas com valor calculado em R$ 56 milhões.
Crédito:Marcelo Camargo/Agência Brasil Governo aposta em mensagem positiva em campanha sobre os Jogos Olímpicos
De acordo com O Estado de S.Paulo , a propaganda, que traz o slogan "Somos todos Brasil", será veiculada na TV, no rádio e na internet a partir deste mês. Somente a peça sobre a competição ficou em R$ 12 milhões.
Os vídeos sobre os jogos abordam a ideia de que, apesar das divergências, o Brasil pode se unir em torno de um projeto. "Mesmo sendo um povo tão diferente, tão misturado, com tantas cores, raças, pensamentos, religiões, somos um povo único, somos todos brasileiros", diz um dos comerciais.
Outro trecho destaca que "todos estamos convocados para defender o Brasil não apenas nas quadras, pistas, piscinas, estádios (...), mas nas ruas e praças, táxis, praias, bares, restaurantes, em todos os lugares", pois "agora somos um só time (...), um time de 200 milhões".
O filme da Olimpíada deve ficar no ar por aproximadamente 15 dias. Para o secretário executivo da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), José Otaviano Pereira, é uma "oportunidade única de exposição, tanto nacional quanto internacional, de um conjunto de assuntos referentes ao país".
As demais campanhas devem apresentar ações do governo, como o Simples Doméstico e o Programa de Proteção de Empregos. Há também anúncios de "conscientização", os quais tratam temas como racismo e violência contra a mulher.
No próximo ano, o governo deve investir em propagandas para divulgar as ações realizadas na área da política econômica no "pós-ajuste". De acordo com Pereira, há uma discussão no Planalto sobre a necessidade de deixar mais visível para a sociedade o que é executado e mostrar as perspectivas para o país.