Governo francês e organizações cobram investigação sobre morte de jornalista na Síria
O governo francês, organizações humanitárias e a oposição síria pediram uma investigação independente sobre o jornalista Gilles Jacquier, morto durante um ataque em Homs, na última quarta-feira (11).
Atualizado em 12/01/2012 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
As informações são do portal .
De acordo com testemunhas, um grupo de jornalistas foi atingido por diversas granadas, matando outras sete pessoas e ferindo mais 25. A oposição convocou protestos pela morte do cinegrafista nesta quinta-feira (12).
"A morte do jornalista francês levanta um número de questões: quem fez o ataque? Qual era o propósito? Não sabemos as respostas. Então, é importante que seja iniciada uma investigação crível", disse Nadim Houry, da Human Rights Watch. O ministro de Relações Exteriores da França, Alain Juppé, já tinha acusado na quarta-feira o governo do presidente Bashar al-Assad pelo incidente. "Depende das autoridades sírias a segurança de jornalistas estrangeiros em seu território", disse ele.
De acordo com o jornal inglês “Guardian”, o diretor editorial da France Televisions embarcará para a Síria nesta quinta-feira para trazer de volta o corpo do jornalista morto e os sobreviventes Christophe Kenck e a mulher do fotógrafo, que estão em estado de choque. O corpo de Jacquier está no Hospital Francês de Damasco. Além disso, ativistas sírios publicaram um vídeo reclamando de terem sido impedidos pela polícia de prestar uma homenagem ao jornalista na porta do Centro Cultural Sírio em Paris.
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De acordo com testemunhas, um grupo de jornalistas foi atingido por diversas granadas, matando outras sete pessoas e ferindo mais 25. A oposição convocou protestos pela morte do cinegrafista nesta quinta-feira (12).
"A morte do jornalista francês levanta um número de questões: quem fez o ataque? Qual era o propósito? Não sabemos as respostas. Então, é importante que seja iniciada uma investigação crível", disse Nadim Houry, da Human Rights Watch. O ministro de Relações Exteriores da França, Alain Juppé, já tinha acusado na quarta-feira o governo do presidente Bashar al-Assad pelo incidente. "Depende das autoridades sírias a segurança de jornalistas estrangeiros em seu território", disse ele.
De acordo com o jornal inglês “Guardian”, o diretor editorial da France Televisions embarcará para a Síria nesta quinta-feira para trazer de volta o corpo do jornalista morto e os sobreviventes Christophe Kenck e a mulher do fotógrafo, que estão em estado de choque. O corpo de Jacquier está no Hospital Francês de Damasco. Além disso, ativistas sírios publicaram um vídeo reclamando de terem sido impedidos pela polícia de prestar uma homenagem ao jornalista na porta do Centro Cultural Sírio em Paris.
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