Governo do Irã nega que tenha proibido venda de livros de Paulo Coelho no país
Governo do Irã nega que tenha proibido venda de livros de Paulo Coelho no país
Atualizado em 13/01/2011 às 12:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta quinta-feira (13), o governo do Irã negou oficialmente que tenha proibido a venda de livros do escritor Paulo Coelho no país. O anúncio foi transmitido pela Embaixada do Irã em Brasília, que, de acordo com o portal Folha.com, alegou que estava sendo pressionada pelo Brasil a dar explicações sobre o assunto.
No último domingo (09), Coelho publicou em seu a notícia de que o Ministério da Cultura e das Diretrizes Islâmicas havia vetado o comércio de suas publicações no país. Seu editor no país, Arash Hejazi, o informou sobre a decisão do governo por meio de um e-mail. "Infelizmente, fui informado hoje que o Ministério da Cultura e 'Orientação Islâmica' no Irã proibiu todos os seus livros, mesmo que as versões não-autorizadas publicadas por outras editoras. Meus amigos foram informados de que nenhum livro que tem o nome de Paulo Coelho será autorizado a ser publicado no Irã mais", dizia a mensagem.
Um diplomata iraniano declarou que a suposta proibição aos livros do brasileiro no Irã deixou as autoridades do país surpresas. Ele ainda afirmou que qualquer tentativa de banir a obra de Coelho seria inócua - estima-se que o escritor brasileiro tenha vendido mais de seis milhões de livros no Irã.
Na última terça-feira (11), o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, havia informado que pretendia descobrir se os livros de Coelho realmente foram vetados no Irã. Segundo informou O Estado de S. Paulo , o governo brasileiro quer determinar o que teria gerado a denúncia da suposta censura. Em seu blog, o escritor escreveu que conta "com o governo brasileiro para que apoie a mim e a meus livros pelos valores que admiramos".
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No último domingo (09), Coelho publicou em seu a notícia de que o Ministério da Cultura e das Diretrizes Islâmicas havia vetado o comércio de suas publicações no país. Seu editor no país, Arash Hejazi, o informou sobre a decisão do governo por meio de um e-mail. "Infelizmente, fui informado hoje que o Ministério da Cultura e 'Orientação Islâmica' no Irã proibiu todos os seus livros, mesmo que as versões não-autorizadas publicadas por outras editoras. Meus amigos foram informados de que nenhum livro que tem o nome de Paulo Coelho será autorizado a ser publicado no Irã mais", dizia a mensagem.
Um diplomata iraniano declarou que a suposta proibição aos livros do brasileiro no Irã deixou as autoridades do país surpresas. Ele ainda afirmou que qualquer tentativa de banir a obra de Coelho seria inócua - estima-se que o escritor brasileiro tenha vendido mais de seis milhões de livros no Irã.
Na última terça-feira (11), o ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, havia informado que pretendia descobrir se os livros de Coelho realmente foram vetados no Irã. Segundo informou O Estado de S. Paulo , o governo brasileiro quer determinar o que teria gerado a denúncia da suposta censura. Em seu blog, o escritor escreveu que conta "com o governo brasileiro para que apoie a mim e a meus livros pelos valores que admiramos".
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