Governo do Egito acusa Irmandade Muçulmana por morte de jornalista em manifestação

O porta-voz do Ministério do Interior do Egito, Hani Abdel Latif, acusou no último sábado (29/3) a Irmandade Muçulmana de ser responsável pela morte da jornalista Mayada Ashraf, assassinada um dia antes enquanto cobria um conflito entre policiais e manifestantes no Cairo.

Atualizado em 31/03/2014 às 18:03, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução Governo diz ter identificado assassinos da jornalista
Segundo o portal Telecinco, o governo diz que já identificou os supostos assassinos e que a repórter já havia sido sequestrada anteriormente por membros da Irmandade Muçulmana. O grupo não se pronunciou publicamente sobre as acusações.
Desde o golpe militar de julho de 2013, manifestantes em favor do presidente deposto Mohamed Mursi frequentemente entram em choque com forças militares em protestos ao redor do País. A Irmandade é tratada pelo governo como uma célula terrorista.