Governo da Venezuela ordena tirar CNN em espanhol do ar
Na última quarta-feira (15/2), autoridades da Venezuela ordenaram a saída do ar da emissora de notícias CNN em espanhol, acusada de fazer &q
Atualizado em 16/02/2017 às 11:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quarta-feira (15/2), autoridades da Venezuela ordenaram a saída do ar da emissora de notícias CNN em espanhol, acusada de fazer "propaganda de guerra" contra o governo.
Segundo o UOL, em um comunicado, a Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel), informa que ordenou como "medida preventiva" a suspensão e a "interrupção imediata" das transmissões da "CNN en Español" no território venezuelano.
O órgão afirma que é possível perceber na programação conteúdos que supostamente constituem agressões diretas que atentam contra a paz e a estabilidade democrática da Venezuela".
A Conatel também alega no comunicado que esses conteúdos da emissora "geram um clima de intolerância já que, sem conteúdo probatório e de maneira inadequada, difamam e distorcem a verdade, repetindo as mesmas prováveis incitações de agressões externas contra a soberania da Venezuela".
Em 6 de fevereiro, a CNN em espanhol transmitiu uma reportagem que denuncia um caso de vendas na embaixada venezuelana em Bagdá de passaportes e vistos a pessoas de origem árabe que poderiam estar relacionadas com o terrorismo.
A notícia fala do vice-presidente venezuelano, Tareck El Aissami, como um dos responsáveis.
Segundo o UOL, em um comunicado, a Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel), informa que ordenou como "medida preventiva" a suspensão e a "interrupção imediata" das transmissões da "CNN en Español" no território venezuelano.
O órgão afirma que é possível perceber na programação conteúdos que supostamente constituem agressões diretas que atentam contra a paz e a estabilidade democrática da Venezuela".
A Conatel também alega no comunicado que esses conteúdos da emissora "geram um clima de intolerância já que, sem conteúdo probatório e de maneira inadequada, difamam e distorcem a verdade, repetindo as mesmas prováveis incitações de agressões externas contra a soberania da Venezuela".
Em 6 de fevereiro, a CNN em espanhol transmitiu uma reportagem que denuncia um caso de vendas na embaixada venezuelana em Bagdá de passaportes e vistos a pessoas de origem árabe que poderiam estar relacionadas com o terrorismo.
A notícia fala do vice-presidente venezuelano, Tareck El Aissami, como um dos responsáveis.





