Governo da Argentina põe anúncios em jornais criticando cobrança de dívida externa
Os jornais venderam espaços publicitários de uma página inteira para o governo argentino, que os usou para dizer que vai pagar suas dívidas.
Atualizado em 24/06/2014 às 18:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Para chamar a atenção da opinião pública sobre seus problemas financeiros, o governo da Argentina comprou espaços publicitários de jornais europeus e norte-americanos para publicar um anúncio de página inteira. Intitulado "Argentina quer continuar a pagar suas dívidas, mas eles não vão deixar", o texto critica uma decisão da Justiça dos EUA que obriga o país sul-americano a pagar 1,33 bilhão de dólares a fundos credores.
Crédito:Agência Brasil Governo argentino critica decisão sobre pagamento de dívida externa
Segundo a Reuters, o anúncio apareceu no último sábado (22/6) no The Wall Street Journal , New York Times e Washington Post . Nesta terça-feira (24/6), foi a vez do britânico Times , o espanhol El País e o alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung estampar o manifesto assinado pela presidente argentina Cristina Kirchner.
"A vontade da Argentina é clara: esperamos um decisão judicial que permita negociação justa e equilibrada para decidir essa disputa que afetou, afeta e continuará afetando os argentinos por conta da voracidade de um grupo de especuladores", diz o anúncio, que pede a cooperação da Suprema Corte dos EUA na renegociação da dívida.
Crédito:Agência Brasil Governo argentino critica decisão sobre pagamento de dívida externa
Segundo a Reuters, o anúncio apareceu no último sábado (22/6) no The Wall Street Journal , New York Times e Washington Post . Nesta terça-feira (24/6), foi a vez do britânico Times , o espanhol El País e o alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung estampar o manifesto assinado pela presidente argentina Cristina Kirchner.
"A vontade da Argentina é clara: esperamos um decisão judicial que permita negociação justa e equilibrada para decidir essa disputa que afetou, afeta e continuará afetando os argentinos por conta da voracidade de um grupo de especuladores", diz o anúncio, que pede a cooperação da Suprema Corte dos EUA na renegociação da dívida.





