Governo corrigirá estatísticas criminais após reportagem do "Estadão"
Após uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, que revelou que a secretaria da Segurança Pública do estado não conta nas estatísticas criminais os casos retificados de homicídios, o secretário Mario Alves Barbosa anunciou mudanças na metodologia do levantamento.
Atualizado em 26/08/2016 às 14:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Estado de S. Paulo , que revelou que a secretaria da Segurança Pública do estado não conta nas estatísticas criminais os casos retificados de homicídios, o secretário Mario Alves Barbosa anunciou mudanças na metodologia do levantamento.
Crédito:Reprodução/Estadão Jornal mostrou que a secretaria de Segurança Pública não conta os casos retificados de homicídios
De acordo com o jornal, agora, todos os casos de morte suspeita retificados para homicídios serão contabilizados nos dados oficiais. A divulgação será realizada sempre em março, quando a pasta passará a divulgar as estatísticas anuais.
O secretário informou que a medida será publicada em uma resolução no Diário Oficial. “São Paulo sempre esteve à frente na divulgação dos dados e sempre vai priorizar a transparência. Essa medida visa a deixar as coisas mais claras e simples de entender”, frisou.
Os promotores do Patrimônio Público investigam a suposta maquiagem das estatísticas depois que o Estado apontou que, em março, 21 casos com histórico de homicídio haviam sido registrados como morte suspeita e não foram contados nas estatísticas.
Crédito:Reprodução/Estadão Jornal mostrou que a secretaria de Segurança Pública não conta os casos retificados de homicídios
De acordo com o jornal, agora, todos os casos de morte suspeita retificados para homicídios serão contabilizados nos dados oficiais. A divulgação será realizada sempre em março, quando a pasta passará a divulgar as estatísticas anuais.
O secretário informou que a medida será publicada em uma resolução no Diário Oficial. “São Paulo sempre esteve à frente na divulgação dos dados e sempre vai priorizar a transparência. Essa medida visa a deixar as coisas mais claras e simples de entender”, frisou.
Os promotores do Patrimônio Público investigam a suposta maquiagem das estatísticas depois que o Estado apontou que, em março, 21 casos com histórico de homicídio haviam sido registrados como morte suspeita e não foram contados nas estatísticas.





