Governo aumenta segurança para evitar ciberataques
O Governo aumentará a segurança virtual em suas instituições, a fim de evitar ciberataques, noticia o Correio Braziliense.
Atualizado em 28/11/2011 às 09:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Governo aumentará a segurança virtual em suas instituições, a fim de evitar ciberataques, noticia o
Após sofrer diversos ataques de hackers - que invadiram a caixa de e-mails da presidente Dilma Rousseff e modificaram a página inicial do site da Secretaria de Comunicação da Presidência -, a Diretoria de Tecnologia da Informação, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência contratou empresas de tecnologia para proteger os sistemas de informação do governo.
Segundo o Correio Braziliense , um pacote com firewall e Virtual Private Network (VPN), com valor estimado em R$ 170 mil, protegerá a comunicação do Palácio do Planalto, do Palácio da Alvorada e da Granja do Torto. O objetivo da medida é elevar a segurança da presidente quando acessar a internet de qualquer local de trabalho ou residência.
As VPNs usam protocolos de criptografia que garantem a privacidade das comunicações. O termo em inglês firewall designa a ferramenta que evita a proliferação de acessos nocivos à rede. Apenas a conexão do Planalto dispõe dessas tecnologias atualmente.
De acordo com o advogado Renato Ópice Blum, coordenador do curso de Direito Digital da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, o uso de informação em código é pratica básica utilizada em empresas de médio porte. "É uma comunicação remota, com criptografia. Se a Dilma estiver se comunicando pelo computador com o Palácio do Planalto, o hacker não vai conseguir ler a troca de mensagens porque tudo vai estar criptografado. Isso é trivial. Qualquer empresa já usa isso automaticamente."
Problema mundial
O Governo britânico também está preocupado com a exposição dos sistemas a ataques hackers, que, segundo o jornal já custou 27 bilhões de libras à economia. A Grã-Bretanha encorajará companhias de cinco setores - Defesa, Telecomunicações, Finanças, Farmacêutica e Energia - a participar de um projeto piloto com o governo, a partir de dezembro, para compartilhar informações sobre ciberataques e ameaças a seus negócios.
O objetivo do projeto é aumentar a transparência aos ciberataques e analisar possibilidades para evitá-los "com mais eficácia".
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Após sofrer diversos ataques de hackers - que invadiram a caixa de e-mails da presidente Dilma Rousseff e modificaram a página inicial do site da Secretaria de Comunicação da Presidência -, a Diretoria de Tecnologia da Informação, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência contratou empresas de tecnologia para proteger os sistemas de informação do governo.
Segundo o Correio Braziliense , um pacote com firewall e Virtual Private Network (VPN), com valor estimado em R$ 170 mil, protegerá a comunicação do Palácio do Planalto, do Palácio da Alvorada e da Granja do Torto. O objetivo da medida é elevar a segurança da presidente quando acessar a internet de qualquer local de trabalho ou residência.
As VPNs usam protocolos de criptografia que garantem a privacidade das comunicações. O termo em inglês firewall designa a ferramenta que evita a proliferação de acessos nocivos à rede. Apenas a conexão do Planalto dispõe dessas tecnologias atualmente.
De acordo com o advogado Renato Ópice Blum, coordenador do curso de Direito Digital da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, o uso de informação em código é pratica básica utilizada em empresas de médio porte. "É uma comunicação remota, com criptografia. Se a Dilma estiver se comunicando pelo computador com o Palácio do Planalto, o hacker não vai conseguir ler a troca de mensagens porque tudo vai estar criptografado. Isso é trivial. Qualquer empresa já usa isso automaticamente."
Problema mundial
O Governo britânico também está preocupado com a exposição dos sistemas a ataques hackers, que, segundo o jornal já custou 27 bilhões de libras à economia. A Grã-Bretanha encorajará companhias de cinco setores - Defesa, Telecomunicações, Finanças, Farmacêutica e Energia - a participar de um projeto piloto com o governo, a partir de dezembro, para compartilhar informações sobre ciberataques e ameaças a seus negócios.
O objetivo do projeto é aumentar a transparência aos ciberataques e analisar possibilidades para evitá-los "com mais eficácia".
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