Governo argentino critica decisão que cede publicidade a canal do Clarín
O governo argentino criticou, na última quarta-feira (12/2), a decisão da Suprema Corte de Justiça que o obriga a incluir o canal 13, do Grupo Clarín, considerado como "inimigo" da Casa Rosada, em seus planos de publicidade.
Atualizado em 13/02/2014 às 11:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
O chefe de gabinete da Presidência, Jorge Capitanich, alegou que a sentença “implica uma flagrante violação da divisão dos Poderes no país”.
Crédito:Divulgação Chefe de gabinete da Presidência criticou Corte por obrigar governo a ceder verba de publicidade para TV do Grupo Clarín
De acordo com a Folha de S.Paulo , o ministro disse que, diversas vezes, a presidente Cristina Kirchner teve de utilizar a cadeia nacional de rádio e TV para divulgar coisas do governo "porque nos jornais opositores" não existiam publicações relacionadas ao feito político.
Para ele, o debate para a liberdade de expressão é significativo e precisa ser aprofundado. Entretanto, enfatizou que gostaria de saber se os profissionais têm liberdade para escrever contra a linha editorial da empresa que os paga.
Na decisão, a corte justifica que deve haver um reparte "proporcional e equitativo" da verba publicitária oficial em defesa da "liberdade de expressão" e "da proteção da atividade crítica" dos jornalistas.
Crédito:Divulgação Chefe de gabinete da Presidência criticou Corte por obrigar governo a ceder verba de publicidade para TV do Grupo Clarín
De acordo com a Folha de S.Paulo , o ministro disse que, diversas vezes, a presidente Cristina Kirchner teve de utilizar a cadeia nacional de rádio e TV para divulgar coisas do governo "porque nos jornais opositores" não existiam publicações relacionadas ao feito político.
Para ele, o debate para a liberdade de expressão é significativo e precisa ser aprofundado. Entretanto, enfatizou que gostaria de saber se os profissionais têm liberdade para escrever contra a linha editorial da empresa que os paga.
Na decisão, a corte justifica que deve haver um reparte "proporcional e equitativo" da verba publicitária oficial em defesa da "liberdade de expressão" e "da proteção da atividade crítica" dos jornalistas.





