Governador eleito de MS nega vínculo com suspeito de assassinar jornalista paraguaio
Investigação sobre o assassinato de Pablo Medina apontam ligação do governador com o político paraguaio Vilmar Acosta, acusado pelo crime.
Atualizado em 18/12/2014 às 15:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O governador eleito do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, negou quaisquer ligações com o político paraguaio Vilmar Acosta, acusado pelo assassinato do jornalista Pablo Medina. Na última quarta-feira (17/12), ele comentou as denúncias que atribuem sua suposta participação no caso, e ressalta que elas buscam afetar sua decisão de revisar a política de segurança pública no Estado.
Crédito:Reprodução Reinaldo Azambuja nega vínculo com assassino do jornalista paraguaio
Segundo Mídia News, o planejamento de Azambuja para o setor pretende reforçar o combate ao narcotráfico, uma pauta recorrente de Medina. "Quando se coloca o dedo na ferida, apontando os erros do atual sistema e interferindo diretamente nos interesses de quem não quer ver funcionar a Segurança Pública para a maioria da população, a reação é imediata", disse ele à EFE.
Hoje exercendo o mandato de deputado federal pelo PSDB, o governador eleito afirmou, também, que tão só pode atribuir a suposta "manipulação de informações" no Paraguai e as "tentativas de atingir sua honra e credibilidade" a uma reação contra as medidas que prometeu pôr em prática.
O nome do parlamentar foi envolvido no caso através de denúncias feitas em uma comissão do Congresso paraguaio. Nelas, cita-se uma conexão política com o Brasil, representado na pessoa de Azambuja. Ele teria vínculos com Vilmar Acosta, que até há poucas semanas era prefeito de Ypejhú. Atualmente, é considerado o mentor do assassinato de Medina e de sua assistente, Antonia Almada.
A suposta relação política foi revelada pelo senador Arnoldo Wiens, membro da comissão parlamentar bicameral do Paraguai que investiga o assassinato. De acordo com ele, Azambuja tinha “muita amizade” com Vilmar Acosta, que está foragido desde a morte do jornalista e é, além disso, acusado por produção, armazenamento e tráfico de maconha. Os supostos autores materiais do crime, que seriam um irmão e um sobrinho do político paraguaio, também estão em paradeiro desconhecido.
Ao falar sobre o caso, o governador eleito do Mato Grosso do Sul afirma que as informações que citam sua eventual relação com o ex-prefeito "são mentirosas, levianas e absolutamente irresponsáveis".
Azambuja disse, também, que instruiu seus advogados a fim de adotarem todas as medidas judiciais cabíveis, tanto no Brasil como no Paraguai, para reparar os danos contra a sua imagem pública.
Crédito:Reprodução Reinaldo Azambuja nega vínculo com assassino do jornalista paraguaio
Segundo Mídia News, o planejamento de Azambuja para o setor pretende reforçar o combate ao narcotráfico, uma pauta recorrente de Medina. "Quando se coloca o dedo na ferida, apontando os erros do atual sistema e interferindo diretamente nos interesses de quem não quer ver funcionar a Segurança Pública para a maioria da população, a reação é imediata", disse ele à EFE.
Hoje exercendo o mandato de deputado federal pelo PSDB, o governador eleito afirmou, também, que tão só pode atribuir a suposta "manipulação de informações" no Paraguai e as "tentativas de atingir sua honra e credibilidade" a uma reação contra as medidas que prometeu pôr em prática.
O nome do parlamentar foi envolvido no caso através de denúncias feitas em uma comissão do Congresso paraguaio. Nelas, cita-se uma conexão política com o Brasil, representado na pessoa de Azambuja. Ele teria vínculos com Vilmar Acosta, que até há poucas semanas era prefeito de Ypejhú. Atualmente, é considerado o mentor do assassinato de Medina e de sua assistente, Antonia Almada.
A suposta relação política foi revelada pelo senador Arnoldo Wiens, membro da comissão parlamentar bicameral do Paraguai que investiga o assassinato. De acordo com ele, Azambuja tinha “muita amizade” com Vilmar Acosta, que está foragido desde a morte do jornalista e é, além disso, acusado por produção, armazenamento e tráfico de maconha. Os supostos autores materiais do crime, que seriam um irmão e um sobrinho do político paraguaio, também estão em paradeiro desconhecido.
Ao falar sobre o caso, o governador eleito do Mato Grosso do Sul afirma que as informações que citam sua eventual relação com o ex-prefeito "são mentirosas, levianas e absolutamente irresponsáveis".
Azambuja disse, também, que instruiu seus advogados a fim de adotarem todas as medidas judiciais cabíveis, tanto no Brasil como no Paraguai, para reparar os danos contra a sua imagem pública.





