Google e Facebook devem retirar do ar imagens do corpo de Cristiano Araújo
Vídeo da preparação do corpo de Araújo para o funeral, gravado na clínica Oeste, circulou na internet na última quinta
Atualizado em 29/06/2015 às 11:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
A 3ª Vara de Família e Sucessões de Goiânia (GO) determinou que o e o Facebook retirem do ar todas as imagens do cantor sertanejo Cristiano Araújo feitas após sua morte na última quarta-feira (24/6). Caso descumpram a ordem, as empresas podem pagar uma multa diária de R$ 10 mil. O processo foi movido pelo escritório do sertanejo, o CA Produções Artísticas. Ainda cabe recurso. Crédito:Reprodução Cantor morreu em acidente de carro Imagens da preparação do corpo de Araújo para o funeral, gravado na clínica Oeste, especializada em tanatopraxia (técnica de conservação de cadáveres), circularam na internet desde a última quinta-feira (25/6).
"A publicação das imagens de necrópsia e da preparação de cadáver, ocorrida concomitantemente ao velório e sepultamento do cantor (...), além de revelar inquietante morbidez, apresenta-se extremamente desrespeitosa ao sentimento de luto das famílias dos vitimados no trágico acidente que ceifou-lhes as vidas, ferindo frontalmente o direito constitucional da intimidade", avaliou o juiz juiz William Fabian, de acordo com a Folha de S.Paulo.
Segundo a Polícia Civil de Goiás, os funcionários que aparecem no vídeo da preparação do corpo do cantor serão indiciados. A dupla, que não teve a identidade revelada, foi ouvida pelo delegado Eli José de Oliveira, do 4º Distrito Policial. Um deles admitiu participação, mas disse que quem divulgou o vídeo foi um amigo para quem mostrou as imagens.
Os envolvidos vão responder por vilipêndio a cadáver, que consiste em em "profanar, desrespeitar ou ultrajar" um corpo. Caso sejam condenados, eles podem pegar pena de até três anos, que pode ser convertida em punição alternativa.
A clínica demitiu os empregados e disse, em nota, que "repudia com veemência o ato dos dois funcionários que, de maneira mórbida, gravaram e divulgaram tais imagens".
"A publicação das imagens de necrópsia e da preparação de cadáver, ocorrida concomitantemente ao velório e sepultamento do cantor (...), além de revelar inquietante morbidez, apresenta-se extremamente desrespeitosa ao sentimento de luto das famílias dos vitimados no trágico acidente que ceifou-lhes as vidas, ferindo frontalmente o direito constitucional da intimidade", avaliou o juiz juiz William Fabian, de acordo com a Folha de S.Paulo.
Segundo a Polícia Civil de Goiás, os funcionários que aparecem no vídeo da preparação do corpo do cantor serão indiciados. A dupla, que não teve a identidade revelada, foi ouvida pelo delegado Eli José de Oliveira, do 4º Distrito Policial. Um deles admitiu participação, mas disse que quem divulgou o vídeo foi um amigo para quem mostrou as imagens.
Os envolvidos vão responder por vilipêndio a cadáver, que consiste em em "profanar, desrespeitar ou ultrajar" um corpo. Caso sejam condenados, eles podem pegar pena de até três anos, que pode ser convertida em punição alternativa.
A clínica demitiu os empregados e disse, em nota, que "repudia com veemência o ato dos dois funcionários que, de maneira mórbida, gravaram e divulgaram tais imagens".





