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De acordo com a AFP, a medida das empresas, que têm gerência sobre grande parte do fluxo de publicidade na internet, deve mexer economicamente com uma indústria que se alimenta de informações sensacionalistas e, muitas vezes, falsas.
Em comunicado, o Google informou que passará a proibir publicidade em conteúdos enganosos. "No futuro, vamos restringir a veiculação de anúncios em páginas que deturpam, distorcem ou escondem informações sobre seus editores, conteúdos ou o objetivo básico do proprietário do site", acrescentou.
O Facebook deve trabalhar com a mesma política. "Nós não integramos nem exibimos publicidade em aplicativos ou sites de conteúdo ilegal, enganoso ou mentiroso", destacou a empresa, também em um comunicado.


