Globo adotará medidas para garantir segurança de repórteres em novos protestos
Emissora deve utilizar carros de reportagem sem logomarca, microfones sem canopla e segurança privada
Atualizado em 10/03/2015 às 12:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após insultos e tentativas de agressão aos seus repórteres nos protestos de junho de 2013, a Globo passou a tomar providências para evitar que suas equipes voltem a ser alvo de hostilidades nas manifestações marcadas para o próximo domingo (15/3).
Crédito:Divulgação Emissora deve evitar identificação para cobrir manifestações no fim da semana
De acordo com o blog "Sala de TV", no Terra, a emissora deverá utilizar carros de reportagem sem a logomarca, microfones sem canopla, segurança privada, além de coletes e capacetes de proteção.
Nos atos de junho de 2013, alguns repórteres do canal, como Vandrey Pereira, no Rio de Janeiro, e Caco Barcellos, em São Paulo, precisaram ser escoltados por policiais após sofrerem ameaças. Bette Lucchese também foi hostilizada quando gravava uma reportagem e Pedro Vedova, hoje correspondente da Globo e Globo News em Londres, foi atingido na testa por uma bala de borracha durante um ato no Rio de Janeiro.
Ainda de acordo com a publicação, as medidas de segurança voltaram a ser debatidas depois que a apresentadora Angélica e sua equipe do "Estrelas" tiveram de deixar o campus de uma universidade sob vaias e xingamentos. O "Fantástico" também planeja um esquema especial para cobrir os atos, com o reforço de equipes de reportagem nas principais capitais do país.
Organizadores de protestos contra o governo Dilma Rousseff (PT) prometem levar milhares às ruas no próximo domingo (15/3). Entidades próximas ao PT, como CUT, MST e UNE também convocam outra manifestação para a próxima sexta-feira (13/3)
Crédito:Divulgação Emissora deve evitar identificação para cobrir manifestações no fim da semana
De acordo com o blog "Sala de TV", no Terra, a emissora deverá utilizar carros de reportagem sem a logomarca, microfones sem canopla, segurança privada, além de coletes e capacetes de proteção.
Nos atos de junho de 2013, alguns repórteres do canal, como Vandrey Pereira, no Rio de Janeiro, e Caco Barcellos, em São Paulo, precisaram ser escoltados por policiais após sofrerem ameaças. Bette Lucchese também foi hostilizada quando gravava uma reportagem e Pedro Vedova, hoje correspondente da Globo e Globo News em Londres, foi atingido na testa por uma bala de borracha durante um ato no Rio de Janeiro.
Ainda de acordo com a publicação, as medidas de segurança voltaram a ser debatidas depois que a apresentadora Angélica e sua equipe do "Estrelas" tiveram de deixar o campus de uma universidade sob vaias e xingamentos. O "Fantástico" também planeja um esquema especial para cobrir os atos, com o reforço de equipes de reportagem nas principais capitais do país.
Organizadores de protestos contra o governo Dilma Rousseff (PT) prometem levar milhares às ruas no próximo domingo (15/3). Entidades próximas ao PT, como CUT, MST e UNE também convocam outra manifestação para a próxima sexta-feira (13/3)





