Gigantes da Internet são obrigadas a ceder dados para governo dos EUA
Um documento divulgado pelo jornal britânico The Guardian mostra que o governo americano obrigou que alguns dos mais conhecidos e utilizados serviços da Internet — como Google, Facebook, Microsoft, Yahoo e Skype — revelassem informações de seus usuários.
Atualizado em 07/06/2013 às 09:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
britânico The Guardian mostra que o governo americano obrigou que alguns dos mais conhecidos e utilizados serviços da Internet — como Google, Facebook, Microsoft, Yahoo e Skype — revelassem informações de seus usuários.
Segundo o Opera Mundi, os grampos eram realizados “diretamente dos servidores” das maiores empresas dos EUA e incluíam e-mails, arquivos anexados, vídeos e conversas online. A obtenção foi iniciada em 2007, mas teria sido intensificada e passou a atingir um número maior de companhias a partir do início do governo Obama.
“Divulgamos os dados para o governo, de acordo com a lei, mas desejamos a revisão de todos esses pedidos com cuidado. De tempos em tempos, as pessoas alegam que criamos um governo paralelo em nossos sistemas, mas o Google não tem controle se o governo acessar dados particulares do usuário”, afirmou a gigante de buscas, de acordo com o documento.
Por sua vez, a Apple diz que "nunca ouviram falaram nessa invasão" de seus sistemas. "Se eles estiverem fazendo isso, estão fazendo sem o nosso conhecimento."
Na última quinta-feira (06/06), a Casa Branca confirmou o grampo aos registros telefônicos de clientes da operadora Verizon.
Um alto funcionário da Casa Branca informou que os dados não incluem “conteúdo de nenhuma comunicação, nem o nome de nenhum assinante", apenas informações como o “número telefônico ou a duração de uma chamada".
O Guardian defendeu que os registros aconteceram sem levar em consideração se os autores das chamadas tinham cometido algum delito.
Segundo o Opera Mundi, os grampos eram realizados “diretamente dos servidores” das maiores empresas dos EUA e incluíam e-mails, arquivos anexados, vídeos e conversas online. A obtenção foi iniciada em 2007, mas teria sido intensificada e passou a atingir um número maior de companhias a partir do início do governo Obama.
“Divulgamos os dados para o governo, de acordo com a lei, mas desejamos a revisão de todos esses pedidos com cuidado. De tempos em tempos, as pessoas alegam que criamos um governo paralelo em nossos sistemas, mas o Google não tem controle se o governo acessar dados particulares do usuário”, afirmou a gigante de buscas, de acordo com o documento.
Por sua vez, a Apple diz que "nunca ouviram falaram nessa invasão" de seus sistemas. "Se eles estiverem fazendo isso, estão fazendo sem o nosso conhecimento."
Na última quinta-feira (06/06), a Casa Branca confirmou o grampo aos registros telefônicos de clientes da operadora Verizon.
Um alto funcionário da Casa Branca informou que os dados não incluem “conteúdo de nenhuma comunicação, nem o nome de nenhum assinante", apenas informações como o “número telefônico ou a duração de uma chamada".
O Guardian defendeu que os registros aconteceram sem levar em consideração se os autores das chamadas tinham cometido algum delito.





