Gigantes da internet começam a divulgar informações sobre espionagem dos EUA
Facebook, Microsoft, Yahoo e Google publicam, desde a última segunda-feira (3/2), dados concretos sobre os pedidos do serviço secreto norte-americano de informações de usuários.
Atualizado em 04/02/2014 às 17:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
As empresas buscam, com isso, esclarecer publicamente seu envolvimento nos esquemas de espionagem dos Estados Unidos.
De acordo com a Reuters, as denúncias do ex-analista de dados da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, na sigla em inglês), Edward Snowden, davam conta de que a organização poderia ter interceptado informações de internautas dessas empresas sem seu consentimento.
"Nós não recebemos o tipo de solicitação de dados em massa que se costuma discutir em público, relacionado aos registros telefônicos", disse Brad Smith, conselheiro geral da Microsoft. "Esse é um ponto que temos frisado de modo geral desde o semestre passado, e é bom finalmente ter a capacidade de compartilhar dados concretos", afirmou.
A Microsoft divulgou que entre 15 e 16 mil contas de usuários foram alvo de ordens judiciais, atendendo ao setor de inteligência, de requisição de conteúdo durante os seis primeiros meses de 2013. O Google atendeu entre nove e 10 mil pedidos do serviço secreto americano, enquanto o Facebook anunciou que recebeu entre cinco e seis mil requisições.
O maior número foi divulgado pelo Yahoo, que informou que entre 30 e 31 mil contas receberam pedidos de conteúdo do governo, os quais poderiam incluir palavras em um e-mail ou mensagem de SMS, fotos no seu serviço do Flickr e endereços ou entradas de calendário.
"Apesar dos esforços de reforma do presidente e nossa capacidade de publicar mais informação, não houve ainda nenhum compromisso público dos Estados Unidos ou outros governos de renunciarem à tentativa de ter acesso a dados de empresas de Internet", disse Smith no blog da Microsoft. "Acreditamos que a Constituição requer que nosso governo busque informações de empresas americanas dentro das normas legais", concluiu.
De acordo com a Reuters, as denúncias do ex-analista de dados da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, na sigla em inglês), Edward Snowden, davam conta de que a organização poderia ter interceptado informações de internautas dessas empresas sem seu consentimento.
"Nós não recebemos o tipo de solicitação de dados em massa que se costuma discutir em público, relacionado aos registros telefônicos", disse Brad Smith, conselheiro geral da Microsoft. "Esse é um ponto que temos frisado de modo geral desde o semestre passado, e é bom finalmente ter a capacidade de compartilhar dados concretos", afirmou.
A Microsoft divulgou que entre 15 e 16 mil contas de usuários foram alvo de ordens judiciais, atendendo ao setor de inteligência, de requisição de conteúdo durante os seis primeiros meses de 2013. O Google atendeu entre nove e 10 mil pedidos do serviço secreto americano, enquanto o Facebook anunciou que recebeu entre cinco e seis mil requisições.
O maior número foi divulgado pelo Yahoo, que informou que entre 30 e 31 mil contas receberam pedidos de conteúdo do governo, os quais poderiam incluir palavras em um e-mail ou mensagem de SMS, fotos no seu serviço do Flickr e endereços ou entradas de calendário.
"Apesar dos esforços de reforma do presidente e nossa capacidade de publicar mais informação, não houve ainda nenhum compromisso público dos Estados Unidos ou outros governos de renunciarem à tentativa de ter acesso a dados de empresas de Internet", disse Smith no blog da Microsoft. "Acreditamos que a Constituição requer que nosso governo busque informações de empresas americanas dentro das normas legais", concluiu.





